quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Oba - oba no Marketing Esportivo

Por José Estevão Cocco

Há cerca de oito anos, eu e meu sócio na época, José Carlos Brunoro, sentimos que o Marketing Esportivo estava sendo ameaçado pelos "paraquedistas" que tumultuavam o mercado.

Para tentar remediar a situação, oferecemos palestras e seminários gratuitos para empresas que tivessem interesse em atualizar os conhecimentos dos seus funcionários e colaboradores em marketing e, especialmente, em marketing esportivo.


terça-feira, 3 de agosto de 2010

Mackenzie reforça exclusividade em seus patrocínios

Por Eduardo Lopes - Máquina do Esporte

O Mackenzie renovou o seu contrato com o Pinheiros para ser a patrocinadora oficial do time de vôlei feminino do clube. Na entrada da terceira temporada da parceria, a universidade presbiteriana reforçou o seu desejo de manter sua marca como a única nas modalidades esportivas em que ela for patrocinadora.

No contrato com o clube, mais uma vez, uma cláusula impede que o Pinheiros feche com uma segunda empresa sem o aval da diretoria do Mackenzie. Se porventura essa situação for aceita, está absolutamente descartada a possibilidade de uma terceira marca entrar no negócio.

terça-feira, 27 de julho de 2010

A Fórmula da fabricação de resultados

Por José Estevão Cocco

A última corrida da Fórmula 1, disputada na Alemanha, provocou uma onda de críticas quase unânime. De toda a mídia e de torcedores.

Podemos entender que a obrigatoriedade de permitir a ultrapassagem pelo companheiro da equipe é legal, imoral ou as duas opções?

Em primeiro lugar, as regras da corrida prevêem dois rankings paralelos e simultâneos, um para os pilotos individualmente e outro para a escuderia ou equipe.
Como todo poder de cada equipe é próprio, é lógico que o ranking dela vem em primeiro lugar. Os pilotos trabalham para a equipe e não para eles próprios. Quem sustenta os pilotos é a escuderia, que arca com todos os riscos do empreendimento. Portanto, a escuderia tem todo o direito de escalar qual piloto vai ganhar ou não. Certo? Errado!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Brasil X Rússia: da chuva no Maracanã a mais um peixinho em Córdoba.

Por Edison Tadayuki

Ontem, 25 de julho, à noite, a Seleção Brasileira de Voleibol, comandada por Bernardinho, conquistou o nono título da Liga Mundial Masculina, ao derrotar a Rússia por 3X1 (25/22, 25/22, 16/25 e 25/23), em Córdoba, Argentina. Ao superar os oito títulos da Itália, o Brasil passa a ser o maior campeão da história. Murilo foi eleito o melhor jogador da Liga Mundial e Mário Jr., que substituiu o Serginho, melhor do mundo, foi considerado o melhor líbero.

A data de hoje, 26 de julho, nos faz lembrar do início dessa jornada de conquistas do voleibol brasileiro, masculino e feminino. Foi há 27 anos que o Estádio do Maracanã foi palco do Grande Desafio Brasil X URSS. Um espetáculo gravado na memória de 96 mil espectadores, que lotaram o estádio ignorando totalmente a chuva que insistia em roubar a cena. Esse recorde, ainda não quebrado, de público numa partida a céu aberto é o marco inicial de um vôlei praticado com organização e com marketing esportivo de resultado, que transformou a modalidade no segundo esporte mais popular entre nós.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Nem o Corinthians quer elefante branco. Da boca pra fora.

Por José Estevão Cocco
Publicado no Portal Copa 2014

Diz Andrés Sanchez, presidente do Corinthians: “O estádio precisaria receber 75 (sic) mil pessoas. Você sabe quanto custa manter um estádio desse tamanho?” (Wagner Vilaron, Estadão, 15/07/2010, esportes). Diz mais “O Corinthians não pode fazer isso, pois nossa média de público está em torno de 25 mil torcedores por jogo”.

Trocando em miúdos, essas sensatas afirmações do dirigente de um dos maiores clubes e torcida brasileiros, corroboram a posição de que as cidades não podem e não devem construir elefantes brancos. Principalmente aquelas que já possuem um estádio com grande capacidade de público.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Tentando justificar o investimento em grandes estádios

Por José Estevão Cocco
Publicado no Portal Copa 2014

Em que rubrica contabilizar o custo do estádio?
O lobby para a construção de estádios inadequados ao mercado é tão grande que precisamos tomar os devidos cuidados para emitir opiniões. Primeiro, devemos analisar em que conta e rubrica será contabilizado o custo do estádio.
Se for na conta “construção de estádio” ela não fecha. É inviável econômica, financeira e socialmente.

Se for na conta de “aproveitar a oportunidade da visibilidade mundial do evento para construir a imagem da cidade como destino turístico ou como localidade que possui tecnologia de ponta”, a análise é substancialmente diferente.
Neste caso, o comparativo deve ser entre a visibilidade da cidade na mídia nacional e internacional, durante as transmissões dos jogos da Copa 2014 no estádio local, e o custo/benefício de uma campanha internacional de marketing sobre a cidade.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

SP Arena Civic Center: um projeto pensado 10 anos antes da Copa 2014

Por José Estevão Cocco

Há cerca de cinco anos, quando a realização da Copa 2014 no Brasil não passava de uma candidatura junto à FIFA, tive a oportunidade de criar o projeto SP Arena Civic Center para a região central de São Paulo, onde persiste a “Cracolândia”. Embora tenha apresentado para diversas autoridades, inclusive para o secretário de esportes da cidade na época, o projeto não vingou, mas continua mais atual do que nunca, nesse momento em que os olhares do mundo se voltam para o país-sede dos megaeventos Copa 2014 e Olimpíadas 2016. Sou proprietário, inclusive, da marca registrada e do logotipo SP Arena, que tem, além da virtude de poder ser lida tanto em português como em inglês, a certeza de ser um excelente legado do Campeonato Mundial nos gramados brasileiros.

Mais do que a construção de um novo estádio, o SP Arena é um Centro Cívico no qual, além da arena multiuso, a população é contemplada com teatros, cinemas, cursos e tantas outras atividades esportivas, culturais e sociais. O objetivo é transformar a região num destino turístico que, com certeza, revitalizaria o centro, como já foi feito em diversas cidades ao redor do mundo. O SP Arena Civic Center, ao contrário de alguns projetos que começam a surgir, não estaria duplicando os grandes estádios já existentes na cidade. Tem a grande missão e virtude de sanar uma área com graves problemas sociais, otimizando toda a infraestrutura de logística já existente.

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