sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Golfe foge à regra em gestão de patrocínios

Por Rodrigo Capelo - Máquina do Esporte

O golfe brasileiro adotou modelo de gestão peculiar, diferente da maioria das outras modalidades. Confederações de futebol, vôlei e judô, por exemplo, assinaram patrocínios de longa duração com companhias e recebem verba periodicamente. A entidade máxima do golfe, no entanto, negocia aportes para torneios individualmente, e garante obter bons resultados.

"A cada torneio, chancelado pela Confederação Brasileira de Golfe (CBG), trabalhamos de forma segmentada", explica o gerente de marketing do órgão, Wilson Nogueira, à Máquina do Esporte. "O HSBC patrocina pela segunda vez o Aberto do Brasil, a Gillette patrocinou três vezes o Amador Brasileiro de Golfe e o Credit Suisse fez oito etapas de campeonatos estaduais em tour".

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Paraquedismo. A modalidade da moda no marketing esportivo.

Por José Estevão Cocco

O marketing esportivo está ganhando o jogo. E, como sempre, nessas ocasiões aparecem os «paraquedistas» para tirar uma boquinha. Oba-oba pra cá, oba-oba pra lá, lançamentos feéricos, contratações milionárias. Para vencer no marketing esportivo, não basta ser esportista. Nem ex-atleta. Nem simples negociantes da comunicação.

Além de conhecer marketing, propaganda, promoção, planejamento estratégico, criação, mídia, assessoria de imprensa, é preciso saber como as modalidades esportivas se comportam para se adequarem às estratégias de brand, comercial e mercadológica. De visibilidade. De retorno. O que e quanto elas agregam à marca. Quantos e que tipo de consumidores sensibilizam. Onde, como e por quê. Qual o custo por mil.

Só assim poderá ser criada uma estratégia agregando à marca todas as vantagens do segmento esportivo do marketing. Muito mais do que simples visibilidade.

Marketing esportivo vai muito além das plaquinhas de merchandising ou uniformes de atletas. É preciso conhecer todas as suas possibilidades para usufruir dos resultados com segurança e sem riscos para a marca.

A J.Cocco é pioneira em marketing esportivo no Brasil e detentora dos mais importantes cases de marcas que utilizam o esporte estrategicamente. Inclusive como conteúdo.

Só ela tem uma ferramenta que estuda continuamente 55 modalidades esportivas sob o foco de marketing: Rank Sport Marketing. Ela responde com segurança às necessidades dos mídias, planejadores estratégicos e patrocinadores com dados e informações sobre a adequação das modalidades esportivas às marcas e vice-versa.

Isso é pensar e aplicar o segmento esportivo do marketing estrategicamente. Sem entrar em campo desconhecendo o jogo. No marketing esportivo o importante não é competir, é vencer.

Entre no site www.ranksportmarketing.com.br e entenda por que a J.Cocco é a agência ideal para estratégia em marketing esportivo.

P.S.: o esporte Paraquedismo é a 19ª modalidade no Rank Sport Marketing.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Governo pretende anunciar pacote esportivo em setembro

Por Guilherme Costa - Máquina do Esporte

O governo federal espera anunciar ainda neste mês um pacote de medidas específicas para o segmento esportivo. As adaptações ainda demandam alguns ajustes, como uma conversa com clubes de futebol, mas a ideia é que o evento de divulgação seja realizado entre os dias 20 e 21.

O projeto de mudanças é amplo e engloba planos como o Bolsa-Atleta. Até o momento, contudo, o teor das alterações é mantido em sigilo pela cúpula do esporte no governo federal.

Na última terça-feira, em evento realizado no salão nobre do Parque São Jorge, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou uma das propostas do governo para esse pacote. O mandatário disse que quer conversar com os clubes de futebol para criar um plano de previdência para jogadores.

“Vejo o futebol europeu e percebo que eles são muito mais organizados do que nós. É uma ideia que é fácil para falar, mas que exige execução. Todo mundo sabe como colocar tijolos e fazer o alicerce de uma parede, mas na hora de ir lá levantar o muro... Estou conversando com o ministro [da previdência Carlos Gabas] sobre como criar um plano de previdência para jogadores. Mesmo entre os que estão em grandes clubes, não são todos que ganham muito”, discursou Lula.

O presidente também defendeu a profissionalização de clubes de futebol, em processo que pode ter consequências no anúncio a ser realizado em setembro: “Não consigo compreender como o Santa Cruz está na terceira ou quarta divisão e como um clube como o Esporte Clube Bahia esteja na segunda. Isso é uma coisa que me gera uma inquietação”.

Torcedor declarado do Corinthians, Lula aproveitou o discurso para fazer uma cobrança ao time alvinegro, que nesta quarta-feira completa cem anos de fundação. “Não é possível que um clube como esse não tenha ao menos 150 mil sócios. Temos de fazer como o Inter, que tem um plano de sucesso. Não podemos ficar a despeito de patrocínios e não podemos ficar a despeito de cotas de TV. Precisamos de uma gama maior de associados e precisamos ter o público mais perto”, pediu.

A cobrança passional ao Corinthians serviu como exemplo para Lula exigir uma evolução na organização e no plano de gestão das equipes brasileiras. “É algo que nós devemos para nós mesmos. Não podemos procurar culpados, e sim resolver isso de uma vez”, finalizou o presidente.

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Especialista afirma que projetos para Copa 2014 devem ser executados o quanto antes

Por Lucas Guarnieri - Caxias do Sul (Rádio São Francisco)

Conscientizar a população de que a Copa de 2014 já começou. Para o presidente da Academia Brasileira de Marketing Esportivo (ABRAESPORTE) José Estevão Cocco, esse é o ponto fundamental para que o Brasil acelere os trabalhos relacionados ao maior evento de futebol. O especialista foi um dos palestrantes do painel “Negócios, Esporte e Gestão” que fechou a 22ª edição do Fórum de Administração na noite desta terça-feira. O auditório da CIC Caxias ficou praticamente lotado para o evento, promovido pela Associação dos Administradores do Nordeste Gaúcho (AANERGS). José Estevão Cocco destacou a importância da realização de encontros para o planejamento e execução de projetos para a Copa o quanto antes.

Para o presidente da AANERGS, Luiz Fernando Massenz Gomes, o 22º Fórum de Administração finalizou com saldo positivo. Ele ressalta que a partir das próximas semanas a Associação já vai iniciar a preparação da próxima edição do evento.

Clique e ouça a entrevista.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Assista à entrevista com José Cocco no Publicitário Interativo, do Terra TV

No dia 18 de agosto, José Estevão Cocco, presidente da ABRAESPORTE, foi o entrevistado do Programa Publicitário Interativo, apresentado por Angelo Franzão. Confira:

Copa do Mundo FIFA: uma oportunidade mundial para o marketing promocional

Reportagem de Ana Luiza Panazzio para o Guia Freeshop, edição de julho de 2010.

Clique nas páginas e confira.

Guia Freeshop - Julho de 2010Guia Freeshop - Julho de 2010Guia Freeshop - Julho de 2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Saber o que o mercado anseia, é meio jogo realizado

"A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta-feira"

A Felicidade
Vinicius de Moraes / Antonio Carlos Jobim

Por José Estevão Cocco

Em recente artigo, Juca Kfouri abordou uma faceta da realização de Copa do Mundo que vem bem de encontro ao nosso posicionamento, enquanto profissional de marketing: "por um mês feliz."

Não basta ao Brasil mostrar ao mundo que tem capacidade de organizar um evento do tamanho da Copa do Mundo. Sem demérito nenhum, até a África do Sul, sem qualquer tradição no futebol, conseguiu organizar a contento o grande evento, embora com alguns tropeços.

Diríamos até que é muito simples. É só acompanhar o que vários outros países fizeram. Construir alguns elefantes brancos, fazer alguns ajustes, algumas adaptações às condições locais e mostrar ao mundo a capacidade de realização.
Embora o grande momento da Copa do Mundo, para os países sedes, seja o período efetivo dos jogos, quando a visibilidade internacional é imensa e extraordinária, é preciso que os países se conscientizem de que é uma oportunidade única e rara para precipitar as decisões de realização de inúmeras obras sociais.

Não podemos pensar apenas no período dos jogos e objetivar todas as ações e obras para aquele período.

O Brasil como nação, com seus estados, municípios, empresas, profissionais e cidadãos, precisa ser motivado a partir de já e aproveitar para alongar o "mês de feliciadade" para um período muito maior.

E não, como diz o poeta: "tudo terminar na quarta-feira".
Essa "felicidade" é proporcionar ao cidadão brasileiro muitos motivos de orgulho e de oportunidades de carreira profissional. Dando oportunidade de formação, treinamento e encaminhamento.

Muitas e muitas pessoas se confundem sobre o que é marketing esportivo. É a pergunta que mais ouvimos.

Devemos dizer segmento de marketing esportivo ou segmento esportivo do marketing? Lógico que é a segunda opção.

Dessa forma, embora com necessidades específicas, o marketing esportivo deve ser exercido por profissionais de uma grande cadeia do mercado: administradores, gestores, treinadores, produtores de eventos e espetáculos de entretenimento entre vários outros.

A visão do mercado e de mercado desses profissionais é fundamental.
As oportunidades vêm do mercado para a empresa e não da empresa para o mercado. A Lei da Oferta e da Procura já foi revogada há muito tempo. Hoje é Lei de Procura e Oferta.

O que mais sentimos falta no segmento esportivo do marketing é a oferta de administradores e gestores com foco em marketing.

Pesquisa, planejamento, serviços de marketing, gerentes de produto, administradores de projetos, analistas de mensuração e resultados falando a linguagem de ROI, entre tantas outras necessidades.

O Marketing das Cidades é uma oportunidade atual e fundamental para o melhor desenvolvimento delas.

O que o cidadão espera, o que ele mais valoriza, qual a vocação da cidade - indústria, serviço, turismo etc - quais as prioridades de investimentos que vão mais ao encontro dos desejos e anseios do cidadão, nas suas mais diferentes fases de consumo: etária, educacional, cultural...

A Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos já chegaram e estão aí para propiciar às cidades motivação e oportunidades ímpares para fazer seus munícipes se orgulharem da cidade, dos seus administradores e de seus gestores.

Dos 5.565 municípios brasileiros, neste momento, apenas e tão somente 12 serão sedes da Copa do Mundo. O que poderão fazer os outros 5.553 para aproveitar e, principalmente, criar oportunidades mais perenes.

Observamos, pelo Brasil afora ou adentro, centenas de Comitês Pró-Copa, que têm em seus planejamentos apenas construção de estádios, estrutura urbana, transporte, aeroportos, portos.

O que não se observa é a real necessidade de aplicação dos conceitos de marketing na sua plenitude. O que o mercado quer e precisa e de como eu - poder público, privado, profissional ou cidadão - posso oferecer a solução. Ganhando dinheiro ou prestígio ou servindo a minha cidade.

Saber o que o mercado anseia, é meio jogo realizado

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