A badalada marca francesa de raquetes emplacou dois campeões do US Open. Detalhe: a companhia começou a fabricar o produto há menos de 20 anos
Por Redação da ISTOÉ - DINHEIRO
O espanhol Rafael Nadal, tenista número 1 do mundo, bate a bolinha no chão e se prepara para o saque. Levanta a pelota de 56 gramas, gira o braço e despeja uma força descomunal na raquete. Em menos de um segundo, a bola sai da inércia e alcança impressionantes 217 km/h. Só a física, é verdade, consegue explicar esse fenômeno com precisão. Mas a francesa Babolat, empresa que fornece as raquetes para Nadal e para outros esportistas, traduz esse movimento em poucas palavras: vendas em alta.
E, na semana passada, a companhia teve motivos de sobra para comemorar as “marretadas” de seus atletas. Nadal sagrou-se campeão na categoria masculina do US Open, um dos quatro torneios que formam o Grand Slam (os outros são Wimbledon, Roland Garros e Australia Open), a belga Kim Clijsters levou o troféu no feminino e o jovem americano Jack Sock ficou com o caneco nos juniores.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Não basta patrocinar, tem de ativar
Por Erich Beting – Máquina do Esporte
Uma das grandes chaves para que um patrocínio esportivo seja bem-sucedido e tenha repercussão na cabeça do consumidor é a ativação desse patrocínio. Não basta expor a marca na camisa de um time, no uniforme de um atleta ou num carro de corrida. O patrocinador tem de ir além, criando outras ações para relacionar o patrocínio com o consumidor.
Antes, geralmente a ativação de patrocínio significava um anúncio na mídia tradicional e ação de relacionamento com um consumidor mais privilegiado durante a realização do evento de seu patrocinado. Hoje, com a fragmentação da mídia, as possibilidades de ativação de um patrocínio tornaram-se muito maiores, às vezes mais baratas e quase sempre ligando diretamente o consumidor à marca e ao patrocinado.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Empresa ligada ao presidente da Fifa terá peso decisivo na escolha das subsedes para Copa 2014
Com um sobrinho de Blatter entre seus sócios, agência oficial de acomodação do Mundial mira cidades com potencial turístico elevado para recuperar dinheiro perdido na Copa da África. Mais de 200 cidades já oficializaram candidatura.
Por Marcel Rizzo e Paulo Passos - iG São Paulo
Empresa ligada ao presidente da Fifa, Joseph Blatter, terá papel importante na escolha das subsedes da Copa do Mundo de 2014, que será disputada no Brasil. A Match Services AG é a agência oficial de acomodação do Mundial e tem como um dos sócios Philippe Blatter, sobrinho do chefão da entidade máxima.
Os sócios tentarão recuperar o prejuízo que tiveram na África do Sul, quando menos ingressos e pacotes turísticos foram vendidos do que o projetado (o déficit foi confirmado por Jaime Byron, um dos proprietários, mas não foram divulgados números). A Match pagou à Fifa US$ 120 milhões (R$ 204 milhões) pelo direito de explorar o turismo nas Copas de 2010 e 2014.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Para empresas, governo tem de impulsionar arte marcial
Por: Rodrigo Capelo - Da Máquina do Esporte
Em meio às criticas de lutadores pela falta de patrocínios e à fragilidade das confederações de artes marciais no Brasil, a Bad Boy é das poucas empresas a patrocinar atletas. A empresa já estampou a marca nos calções de lutadores de MMA (artes marciais mistas, na sigla em inglês) e foca verba no apoio ao jiu-jitsu, mas para por aí.
"Se levarmos para o lado do marketing e medirmos quanto colocamos de dinheiro e quanto recebemos em retorno, essa conta não vale muito a pena", afirma o agente de licenciamentos da companhia, Roberto Reisstoller, à Máquina do Esporte. "Nós apoiamos muito mais para ajudar o esporte".
Em meio às criticas de lutadores pela falta de patrocínios e à fragilidade das confederações de artes marciais no Brasil, a Bad Boy é das poucas empresas a patrocinar atletas. A empresa já estampou a marca nos calções de lutadores de MMA (artes marciais mistas, na sigla em inglês) e foca verba no apoio ao jiu-jitsu, mas para por aí.
"Se levarmos para o lado do marketing e medirmos quanto colocamos de dinheiro e quanto recebemos em retorno, essa conta não vale muito a pena", afirma o agente de licenciamentos da companhia, Roberto Reisstoller, à Máquina do Esporte. "Nós apoiamos muito mais para ajudar o esporte".
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Brasil aposta na Copa e na Olimpíada para aumentar turismo
Durante o Mundial o país deverá receber 500 mil turistas; 25% deles devem viajar pelo país
Fonte: Portal Copa 2014
O crescimento econômico do Brasil e os grandes eventos esportivos que o país realizará na próxima década ajudarão a duplicar, até o ano de 2020, o número de turistas estrangeiros, disseram hoje fontes oficiais.
"O crescimento do setor está vinculado com o comportamento da economia, já que se o país cresce o turismo vem junto. Por outro lado, está muito relacionado com a Copa do Mundo de 2014 e com os Jogos Olímpicos de 2016. Sabemos o que os dois eventos representam para o turismo", disse à Agência Efe a presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Jeanine Pires.
O Governo espera que a economia brasileira cresça 7,3% este ano e 5,8% ao ano entre 2011 e 2014. Jeanine, que dirige a Embratur desde 2006, deixará o cargo esta semana para se integrar a Autoridade Pública Olímpica, organismo que coordenará ações, projetos e legado dos Jogos Olímpicos de 2016. Seu substituto será o secretário executivo do Ministério do Turismo, Mário Moysés.
Fonte: Portal Copa 2014
O crescimento econômico do Brasil e os grandes eventos esportivos que o país realizará na próxima década ajudarão a duplicar, até o ano de 2020, o número de turistas estrangeiros, disseram hoje fontes oficiais.
"O crescimento do setor está vinculado com o comportamento da economia, já que se o país cresce o turismo vem junto. Por outro lado, está muito relacionado com a Copa do Mundo de 2014 e com os Jogos Olímpicos de 2016. Sabemos o que os dois eventos representam para o turismo", disse à Agência Efe a presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Jeanine Pires.
O Governo espera que a economia brasileira cresça 7,3% este ano e 5,8% ao ano entre 2011 e 2014. Jeanine, que dirige a Embratur desde 2006, deixará o cargo esta semana para se integrar a Autoridade Pública Olímpica, organismo que coordenará ações, projetos e legado dos Jogos Olímpicos de 2016. Seu substituto será o secretário executivo do Ministério do Turismo, Mário Moysés.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Menos otimista do que rival, Palestra tenta vender nome
Por Guilherme Costa - Máquina do Esporte
A diretoria do Corinthians espera custear ao menos 80% da construção do novo estádio do clube, a ser erguido em Itaquera, com a venda de naming rights. Contudo, a julgar pela situação do Palmeiras, a cúpula alvinegra precisa começar a rever os planos. O rival também prospecta interessados em associar marcas ao nome de sua arena, mas trabalha com uma previsão bem menos otimista de faturamento com a propriedade.
A previsão do Palmeiras é amealhar menos de R$ 15 milhões por temporada com a venda de naming rights da Arena Palestra Itália. Essa negociação inclui outras propriedades referentes ao estádio, mas não tem relação com o uniforme alviverde.
A diretoria do Corinthians espera custear ao menos 80% da construção do novo estádio do clube, a ser erguido em Itaquera, com a venda de naming rights. Contudo, a julgar pela situação do Palmeiras, a cúpula alvinegra precisa começar a rever os planos. O rival também prospecta interessados em associar marcas ao nome de sua arena, mas trabalha com uma previsão bem menos otimista de faturamento com a propriedade.
A previsão do Palmeiras é amealhar menos de R$ 15 milhões por temporada com a venda de naming rights da Arena Palestra Itália. Essa negociação inclui outras propriedades referentes ao estádio, mas não tem relação com o uniforme alviverde.
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