José Cocco vai proferir palestra sobre preparativos e perspectivas da Copa 2014 no evento a ser realizado amanhã, 10/11, em São Vicente
A Câmara Municipal de São Vicente (SP) será palco da Conferência Direito Desportivo & Copa 2014 a ser realizada amnhã, 10/11, às 19 horas. José Estevão Cocco, diretor-presidente da J.Cocco Sportainment Strategy e da ABRAESPORTE – Academia Brasileira de Marketing Esportivo falará sobre os preparativos da Copa do Mundo 2014, expectativas dos setores público e privado e impactos na Região Metropolitana da Baixada Santista.
O dr. Carlos Senger, Mestre em Direito Desportivo Internacional e Wagner Ribeiro, empresário agente FIFA, aprofundarão temas de grande interesse do momento desportivo nacional. O dr. Gustavo Conde Ventura, presidente da Comissão de Direito Desportivo da OAB São Vicente fará a abertura da Conferência como promotor do evento. A organização é da Waldir Eventos.
Data: 10 de novembro de 2010
Hora: 19 horas
Local: Câmara Municipal de São Vicente – SP
Rua Jacob Emmerich, 1193 – Parque Bitaró São Vicente - SP
RSVP: waldirjsantos@yahoo.com.br – 13 9608 – 0022.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Pelé é exemplo de como um ídolo no esporte pode virar uma marca forte
Nem as passagens polêmicas de sua vida pessoal afetaram a imagem vitoriosa do atleta. Mesmo sem gastar com publicidade, a imagem do Pelé é comparável a outras marcas que fazem grandes investimentos, como Apple, Microsoft e Coca Cola.
Fonte: veja.com
Pelé marcou 1283 gols em 1375 partidas, disputadas ao longo de sua carreira. Sua última partida oficial no Brasil ocorreu em 1974. Em seguida, o atleta atuou até 1977 no Cosmos, de Nova York. Foi o único a vencer, como jogador, três Copas do Mundo – as edições disputadas na Suécia, no Chile e no México.
Para os fãs de futebol, Pelé é o melhor jogador de futebol de todos os tempos. Quem atua no marketing esportivo enxerga o camisa 10 da seleção brasileira na Copa de 1970 sob outro prisma: ele é o melhor exemplo de atleta que soube preservar sua imagem para lucrar com publicidade.
Aos 70 anos, 33 anos após encerrar a carreira, seu rosto continua sendo procurado para vender os mais diferentes produtos, de lojas de móveis a motos (clique aqui para ver algumas campanhas em que Pelé participou). O prestígio é internacional. O brasileiro já estrelou campanhas nos Estados Unidos, no Japão e na Europa.
Uma consultoria americana avaliou a marca Pelé em 500 milhões de reais. “Mesmo sem gastar com publicidade, a imagem do Pelé é comparável a outras marcas que fazem grandes investimentos, como Apple, Microsoft e Coca Cola”, diz Eduardo Morato, presidente da empresa especializada em mercado de futebol Off Field.
Pelé já esteve envolvido com política, teve filhos fora do casamento e familiares envolvidos com droga. Nenhuma dessas passagens polêmicas afetou a valorização de seu potencial publicitário. Para o especialista, a marca com o seu nome ou imagem pode ficar ainda mais representativa. “Pelé vai ser uma marca tão forte como Beatles é hoje. Muita gente não os viu tocar, mas usam camisas com suas fotos. São imagens que se tornaram mitológicas”, afirma Morato.
A soma de suas atitudes durante e após a carreira foi preponderante na valorização. Ao contrário de seu arquirrival no posto de melhor do mundo, o argentino Diego Maradona, Pelé jamais consumiu drogas e procurou manter uma vida afetiva discreta. “Ele sempre foi um exemplo fora de campo”, avalia José Carlos Kanner, presidente da Prime, empresa responsável pela marca Pelé.
Mesmo atitudes demagogas, como o de oferecer seu milésimo gol às ‘criancinhas pobres e desamparadas do Brasil', renderam pontos positivos na lembrança do público. “Pelé é visto como o atleta mais vitorioso do futebol. E toda empresa que atrelar sua marca a uma pessoa vitoriosa. O Pelé sempre foi referência de sucesso”, explica Kanner
A construção da marca Pelé certamente foi facilitada pela maior privacidade que os jogadores tinham no período em que atuava nos gramados. Não havia internet nem torcedores com celulares com câmera nas baladas. Televisores eram exclusividade de pessoas com melhor renda – e as transmissões esportivas só passaram a ser ao vivo após a Copa de 1970. A Internet ainda era experimental. Risco zero de ele cometer o erro do atacante santista Neymar, que brincou com colegas no Twitter e, no dia seguinte, teve de se explicar para a imprensa. “Muitos jogadores hoje em dia desvalorizam sua marca fazendo coisas que destroem sua carreira”, aponta Kanner.
Ao contrário dos craques atuais, Pelé teve a sabedoria de escolher o momento de deixar os gramados. Deixou o Santos como maior ídolo do clube, decidiu não jogar mais pela seleção logo depois de ser tricampeão mundial e, no Cosmos, foi o precursor do futebol nos Estados Unidos. “Esse processo foi fundamental para o fortalecimento da marca”, diz Amir Sommoggi, diretor da área Esporte Total da Crowe Horwath RCS. “Pelé é um exemplo a ser seguido por jogadores que não conseguem cuidar de suas carreiras.”
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Fonte: veja.com
Pelé marcou 1283 gols em 1375 partidas, disputadas ao longo de sua carreira. Sua última partida oficial no Brasil ocorreu em 1974. Em seguida, o atleta atuou até 1977 no Cosmos, de Nova York. Foi o único a vencer, como jogador, três Copas do Mundo – as edições disputadas na Suécia, no Chile e no México.
Para os fãs de futebol, Pelé é o melhor jogador de futebol de todos os tempos. Quem atua no marketing esportivo enxerga o camisa 10 da seleção brasileira na Copa de 1970 sob outro prisma: ele é o melhor exemplo de atleta que soube preservar sua imagem para lucrar com publicidade.
Aos 70 anos, 33 anos após encerrar a carreira, seu rosto continua sendo procurado para vender os mais diferentes produtos, de lojas de móveis a motos (clique aqui para ver algumas campanhas em que Pelé participou). O prestígio é internacional. O brasileiro já estrelou campanhas nos Estados Unidos, no Japão e na Europa.
Uma consultoria americana avaliou a marca Pelé em 500 milhões de reais. “Mesmo sem gastar com publicidade, a imagem do Pelé é comparável a outras marcas que fazem grandes investimentos, como Apple, Microsoft e Coca Cola”, diz Eduardo Morato, presidente da empresa especializada em mercado de futebol Off Field.
Pelé já esteve envolvido com política, teve filhos fora do casamento e familiares envolvidos com droga. Nenhuma dessas passagens polêmicas afetou a valorização de seu potencial publicitário. Para o especialista, a marca com o seu nome ou imagem pode ficar ainda mais representativa. “Pelé vai ser uma marca tão forte como Beatles é hoje. Muita gente não os viu tocar, mas usam camisas com suas fotos. São imagens que se tornaram mitológicas”, afirma Morato.
A soma de suas atitudes durante e após a carreira foi preponderante na valorização. Ao contrário de seu arquirrival no posto de melhor do mundo, o argentino Diego Maradona, Pelé jamais consumiu drogas e procurou manter uma vida afetiva discreta. “Ele sempre foi um exemplo fora de campo”, avalia José Carlos Kanner, presidente da Prime, empresa responsável pela marca Pelé.
Mesmo atitudes demagogas, como o de oferecer seu milésimo gol às ‘criancinhas pobres e desamparadas do Brasil', renderam pontos positivos na lembrança do público. “Pelé é visto como o atleta mais vitorioso do futebol. E toda empresa que atrelar sua marca a uma pessoa vitoriosa. O Pelé sempre foi referência de sucesso”, explica Kanner
A construção da marca Pelé certamente foi facilitada pela maior privacidade que os jogadores tinham no período em que atuava nos gramados. Não havia internet nem torcedores com celulares com câmera nas baladas. Televisores eram exclusividade de pessoas com melhor renda – e as transmissões esportivas só passaram a ser ao vivo após a Copa de 1970. A Internet ainda era experimental. Risco zero de ele cometer o erro do atacante santista Neymar, que brincou com colegas no Twitter e, no dia seguinte, teve de se explicar para a imprensa. “Muitos jogadores hoje em dia desvalorizam sua marca fazendo coisas que destroem sua carreira”, aponta Kanner.
Ao contrário dos craques atuais, Pelé teve a sabedoria de escolher o momento de deixar os gramados. Deixou o Santos como maior ídolo do clube, decidiu não jogar mais pela seleção logo depois de ser tricampeão mundial e, no Cosmos, foi o precursor do futebol nos Estados Unidos. “Esse processo foi fundamental para o fortalecimento da marca”, diz Amir Sommoggi, diretor da área Esporte Total da Crowe Horwath RCS. “Pelé é um exemplo a ser seguido por jogadores que não conseguem cuidar de suas carreiras.”
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Patrocínio não é caridade
Por Erich Beting – UOL Esporte
Daniele Hypólito colocou em pauta, via Twitter, uma interessante discussão para o esporte. Um dos principais nomes recentes da ginástica artística brasileira, Daniele desabafou que não consegue um patrocínio, mesmo tendo bons resultados esportivos. Tamanha desilusão fez com que a ginasta também questionasse o futuro dos atletas no país e, mais do que isso, qual o legado que os Jogos Olímpicos de 2016 deixarão ao país.
É absolutamente justo Daniele colocar o dedo na ferida e expor uma situação delicada que ela passa, mas desde que tenha sentido fazer esse desabafo. Sim, ela é uma dos maiores nomes da ginástica brasileira, tem em seu currículo muitas vitórias, excelentes resultados no passado e bom desempenho na atualidade. Mas será que ela é um bom produto para uma empresa investir?
Essa é a grande questão que tem de ficar na cabeça de quem busca o patrocínio. Por que uma empresa deve se associar a um atleta ou a um clube?
Patrocínio não pode ser encarado como caridade. Nem de um lado, nem de outro. Com a evolução do esporte como ferramenta de comunicação para as empresas, naturalmente não será mais uma ajuda que uma marca dará ao seu patrocinado, mas sim a busca de resultados que ele possa alcançar. Nesse sentido, nem sempre é o desempenho esportivo o que mais conta. Uma empresa pode buscar no esporte algum atributo que aquele atleta ou aquela modalidade traz. E isso não está atrelado necessariamente ao desempenho.
Um bom exemplo disso é a ex-tenista Anna Kournikova, uma das mais ricas do circuito sem ao menos ter vencido um torneio individual. Para as marcas, a imagem que ela representava era mais importante do que o desempenho em quadra. Da mesma forma, as gêmeas do nado sincronizado Bia e Branca Feres conseguem muito dinheiro explorando o lado sensual e a comunicação com o público jovem do que pelo que fazem nas piscinas.
Daniele Hypólito tem todo o direito de reclamar. Mas será que não falta aos atletas brasileiros ter um elaborado trabalho de valorização de sua marca, mostrando que não é só o desempenho esportivo que eles possuem um garantidor de retorno para o patrocínio?
Um dos bons reflexos de Copa do Mundo e Jogos Olímpicos no Brasil é que as empresas passarão a entender melhor como investir no esporte. Falta o atleta compreender que a fase do "paitrocínio" está próxima da extinção.
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Daniele Hypólito colocou em pauta, via Twitter, uma interessante discussão para o esporte. Um dos principais nomes recentes da ginástica artística brasileira, Daniele desabafou que não consegue um patrocínio, mesmo tendo bons resultados esportivos. Tamanha desilusão fez com que a ginasta também questionasse o futuro dos atletas no país e, mais do que isso, qual o legado que os Jogos Olímpicos de 2016 deixarão ao país.
É absolutamente justo Daniele colocar o dedo na ferida e expor uma situação delicada que ela passa, mas desde que tenha sentido fazer esse desabafo. Sim, ela é uma dos maiores nomes da ginástica brasileira, tem em seu currículo muitas vitórias, excelentes resultados no passado e bom desempenho na atualidade. Mas será que ela é um bom produto para uma empresa investir?
Essa é a grande questão que tem de ficar na cabeça de quem busca o patrocínio. Por que uma empresa deve se associar a um atleta ou a um clube?
Patrocínio não pode ser encarado como caridade. Nem de um lado, nem de outro. Com a evolução do esporte como ferramenta de comunicação para as empresas, naturalmente não será mais uma ajuda que uma marca dará ao seu patrocinado, mas sim a busca de resultados que ele possa alcançar. Nesse sentido, nem sempre é o desempenho esportivo o que mais conta. Uma empresa pode buscar no esporte algum atributo que aquele atleta ou aquela modalidade traz. E isso não está atrelado necessariamente ao desempenho.
Um bom exemplo disso é a ex-tenista Anna Kournikova, uma das mais ricas do circuito sem ao menos ter vencido um torneio individual. Para as marcas, a imagem que ela representava era mais importante do que o desempenho em quadra. Da mesma forma, as gêmeas do nado sincronizado Bia e Branca Feres conseguem muito dinheiro explorando o lado sensual e a comunicação com o público jovem do que pelo que fazem nas piscinas.
Daniele Hypólito tem todo o direito de reclamar. Mas será que não falta aos atletas brasileiros ter um elaborado trabalho de valorização de sua marca, mostrando que não é só o desempenho esportivo que eles possuem um garantidor de retorno para o patrocínio?
Um dos bons reflexos de Copa do Mundo e Jogos Olímpicos no Brasil é que as empresas passarão a entender melhor como investir no esporte. Falta o atleta compreender que a fase do "paitrocínio" está próxima da extinção.
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
CBV dedica tricampeonato mundial a Nuzman
Em reunião de trabalho realizada nesta quinta-feira, dia 28, entre o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e as Confederações Brasileiras Olímpicas, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) dedicou a conquista do tricampeonato mundial pela Seleção Masculina ao presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman. Nuzman presidiu a CBV entre 1975 e 1996 e foi o responsável direto pela estruturação e organização do esporte no Brasil e pela virada que o vôlei deu no país na década de 80, culminando com a primeira conquista olímpica na quadra (Barcelona 92) e na praia (Atlanta 96).
Em nome da CBV e da Seleção Adulta Masculina, o presidente da entidade, Ary Graça, entregou um troféu a Carlos Arthur Nuzman. “Hoje, o voleibol se encontra nesse momento privilegiado graças ao trabalho iniciado pelo Nuzman em 1975. As coisas não acontecem de repente e por acaso. Nuzman é um estadista, um homem de visão e de ideias criativas. E, além disso, trabalha para obter os resultados. Foi assim na CBV e agora no COB. Nenhum outro brasileiro teria conseguido trazer os Jogos Olímpicos para o Brasil que não fosse o Nuzman. Por isso, divido com você a conquista do tri. Este também é um reconhecimento dos atletas”, afirmou Ary Graça.
Emocionado, Nuzman resumiu a homenagem em poucas palavras. “Este é um dos troféus mais importantes da minha vida”.
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Em nome da CBV e da Seleção Adulta Masculina, o presidente da entidade, Ary Graça, entregou um troféu a Carlos Arthur Nuzman. “Hoje, o voleibol se encontra nesse momento privilegiado graças ao trabalho iniciado pelo Nuzman em 1975. As coisas não acontecem de repente e por acaso. Nuzman é um estadista, um homem de visão e de ideias criativas. E, além disso, trabalha para obter os resultados. Foi assim na CBV e agora no COB. Nenhum outro brasileiro teria conseguido trazer os Jogos Olímpicos para o Brasil que não fosse o Nuzman. Por isso, divido com você a conquista do tri. Este também é um reconhecimento dos atletas”, afirmou Ary Graça.
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Atletas brasileiros terão preferência para utilizar Centros de Treinamento nos EUA
O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e o Comitê Olímpico dos Estados Unidos (USOC) assinaram nesta quinta-feira, dia 21, um acordo de cooperação que visa desenvolver um intercâmbio de ações e treinamentos de atletas entre os dois países. O acordo foi assinado durante a XVII Assembleia Geral da Associação dos Comitês Olímpicos Nacionais (ACNO), que acontece em Acapulco, no México. Pelo acordo, os atletas brasileiros terão preferência na utilização dos Centros Olimpicos de Treinamento dos Estados Unidos. O acordo de cooperação foi assinado pelo presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, e pelo presidente do USOC, Larry Probst.
Para o presidente do COB, a assinatura do acordo reflete o prestígio e o reconhecimento que o esporte brasileiro tem hoje no mundo. “Estamos muito felizes com este acordo, principalmente por poder proporcionar aos nossos atletas o privilégio de acesso aos Centros Olímpicos de Treinamento dos Estados Unidos. Isso demonstra o reconhecimento do USOC ao desenvolvimento dos esportes olímpicos no Brasil. Estamos no início da caminhada até 2016, e com este acordo poderemos enfatizar ainda mais o trabalho de preparação dos atletas brasileiros”, afirmou Nuzman.
O presidente do USOC, Larry Probst, destacou o acordo entre Brasil e Estados Unidos mesmo após a disputa que os países tiveram pela sede olímpica de 2016."Este acordo é prova de que o Movimento Olímpico transcende as competições. Há pouco mais de um ano, USOC e COB estavam engajados em uma competição para sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Ao invés de criar rivalidade, aquela disputa ajudou a estabelecer um relacionamento muito positivo e significativo”, afirmou.
O acordo contempla uma série de ações em várias áreas do esporte. Como exemplo, os americanos compartilharão informações sobre as melhores práticas na concepção, construção, exploração e gestão de modernos Centros Olímpicos de Treinamento, o que auxiliará a definição do projeto a ser implementado no Complexo do Autódromo do Rio de Janeiro. O local sediará provas de várias modalidades dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e, após o evento, se tornará um Centro Olímpico de Treinamento do Brasil.
Por sua vez, o COB ajudará o USOC a identificar no Rio de Janeiro um local com vistas à preparação da equipe americana para os Jogos Olímpicos Rio 2016, além do auxílio na obtenção de vistos de entradas múltiplas para a equipe de trabalho do Comitê Americano.
Para Londres 2012, o USOC apoiará os preparativos do COB para os Jogos Olímpicos, inclusive no planejamento do Centro de Treinamento que o COB pretende montar na capital inglesa, de forma a proporcionar as melhores condições de preparação final aos atletas brasileiros para os Jogos.
O acordo prevê ainda a transferência de conhecimento no planejamento estratégico, gestão organizacional e desenvolvimento técnico e planejamento de alto rendimento e compartilhamento de práticas em desenvolvimento de liderança no esporte internacional, entre outros pontos. O acordo é válido por quatro anos, podendo ser renovado e prorrogado por um período adicional de quatro anos após consulta e concordância de ambas as partes.
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Para o presidente do COB, a assinatura do acordo reflete o prestígio e o reconhecimento que o esporte brasileiro tem hoje no mundo. “Estamos muito felizes com este acordo, principalmente por poder proporcionar aos nossos atletas o privilégio de acesso aos Centros Olímpicos de Treinamento dos Estados Unidos. Isso demonstra o reconhecimento do USOC ao desenvolvimento dos esportes olímpicos no Brasil. Estamos no início da caminhada até 2016, e com este acordo poderemos enfatizar ainda mais o trabalho de preparação dos atletas brasileiros”, afirmou Nuzman.
O presidente do USOC, Larry Probst, destacou o acordo entre Brasil e Estados Unidos mesmo após a disputa que os países tiveram pela sede olímpica de 2016."Este acordo é prova de que o Movimento Olímpico transcende as competições. Há pouco mais de um ano, USOC e COB estavam engajados em uma competição para sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Ao invés de criar rivalidade, aquela disputa ajudou a estabelecer um relacionamento muito positivo e significativo”, afirmou.
O acordo contempla uma série de ações em várias áreas do esporte. Como exemplo, os americanos compartilharão informações sobre as melhores práticas na concepção, construção, exploração e gestão de modernos Centros Olímpicos de Treinamento, o que auxiliará a definição do projeto a ser implementado no Complexo do Autódromo do Rio de Janeiro. O local sediará provas de várias modalidades dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e, após o evento, se tornará um Centro Olímpico de Treinamento do Brasil.
Por sua vez, o COB ajudará o USOC a identificar no Rio de Janeiro um local com vistas à preparação da equipe americana para os Jogos Olímpicos Rio 2016, além do auxílio na obtenção de vistos de entradas múltiplas para a equipe de trabalho do Comitê Americano.
Para Londres 2012, o USOC apoiará os preparativos do COB para os Jogos Olímpicos, inclusive no planejamento do Centro de Treinamento que o COB pretende montar na capital inglesa, de forma a proporcionar as melhores condições de preparação final aos atletas brasileiros para os Jogos.
O acordo prevê ainda a transferência de conhecimento no planejamento estratégico, gestão organizacional e desenvolvimento técnico e planejamento de alto rendimento e compartilhamento de práticas em desenvolvimento de liderança no esporte internacional, entre outros pontos. O acordo é válido por quatro anos, podendo ser renovado e prorrogado por um período adicional de quatro anos após consulta e concordância de ambas as partes.
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Projeto da Petrobras não tem meta de medalhas ou marca
Por Guilherme Costa - Máquina do Esporte
Melhorar a preparação dos atletas brasileiros e fomentar o esporte educacional. Assim, sem quantificar ou detalhar, a Petrobras define os principais objetivos de seu novo projeto esportivo. Lançada na última segunda-feira, 18/10, a iniciativa consumirá investimento de R$ 265 milhões até 2014.
No esporte de alto rendimento, segmento que consumirá R$ 101 milhões do aporte, a Petrobras escolheu cinco modalidades para serem agraciadas. Com base em critérios técnicos e na quantidade de medalhas em disputa nos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro, a companhia dará apoio às confederações nacionais de boxe, esgrima, levantamento de peso, remo e taekwondo.
Não existe, porém, nenhuma meta concreta desses esportes para justificar o investimento. Na última segunda-feira, no evento de lançamento da iniciativa, isso foi repetido insistentemente: mais do que número de medalhas no Rio-2016, a meta da Petrobras é que as modalidades melhorem seu desempenho.
“Seria muito mais fácil pegar os atletas de ponta, que já têm resultados, e cobrar alguma coisa deles. O que nós estamos fazendo é um projeto para desenvolver essas cinco modalidades”, disse Cláudio Thompson, gerente de patrocínio esportivo da empresa.
A meta do aporte da Petrobras ao alto rendimento é beneficiar 110 atletas. Haverá cobrança às confederações sobre evolução no desempenho, mas a estatal não pretende estipular uma meta de conquistas para competições que acontecerem durante a duração do projeto.
A aposta intangível também acontece no projeto de marca. Questionada sobre qual é o objetivo comercial da Petrobras com esse patrocínio, a companhia falou apenas em “aparecer com as vitórias nacionais e com a demonstração de apoio institucional ao esporte brasileiro”.
Não existe, por exemplo, uma quantidade a ser atingida em termos de exposição de marca ou de reconhecimento. O aporte da Petrobras às cinco modalidades inclui um pacote de propriedades similar ao que a companhia tinha no handebol (logotipo em uniformes, placas publicitárias de competições organizadas pelas confederações e uma série de espaços para exposição de marca).
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Melhorar a preparação dos atletas brasileiros e fomentar o esporte educacional. Assim, sem quantificar ou detalhar, a Petrobras define os principais objetivos de seu novo projeto esportivo. Lançada na última segunda-feira, 18/10, a iniciativa consumirá investimento de R$ 265 milhões até 2014.
No esporte de alto rendimento, segmento que consumirá R$ 101 milhões do aporte, a Petrobras escolheu cinco modalidades para serem agraciadas. Com base em critérios técnicos e na quantidade de medalhas em disputa nos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro, a companhia dará apoio às confederações nacionais de boxe, esgrima, levantamento de peso, remo e taekwondo.
Não existe, porém, nenhuma meta concreta desses esportes para justificar o investimento. Na última segunda-feira, no evento de lançamento da iniciativa, isso foi repetido insistentemente: mais do que número de medalhas no Rio-2016, a meta da Petrobras é que as modalidades melhorem seu desempenho.
“Seria muito mais fácil pegar os atletas de ponta, que já têm resultados, e cobrar alguma coisa deles. O que nós estamos fazendo é um projeto para desenvolver essas cinco modalidades”, disse Cláudio Thompson, gerente de patrocínio esportivo da empresa.
A meta do aporte da Petrobras ao alto rendimento é beneficiar 110 atletas. Haverá cobrança às confederações sobre evolução no desempenho, mas a estatal não pretende estipular uma meta de conquistas para competições que acontecerem durante a duração do projeto.
A aposta intangível também acontece no projeto de marca. Questionada sobre qual é o objetivo comercial da Petrobras com esse patrocínio, a companhia falou apenas em “aparecer com as vitórias nacionais e com a demonstração de apoio institucional ao esporte brasileiro”.
Não existe, por exemplo, uma quantidade a ser atingida em termos de exposição de marca ou de reconhecimento. O aporte da Petrobras às cinco modalidades inclui um pacote de propriedades similar ao que a companhia tinha no handebol (logotipo em uniformes, placas publicitárias de competições organizadas pelas confederações e uma série de espaços para exposição de marca).
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
Petrobras fará documentários e centros de esporte
Por Guilherme Costa - Máquina do Esporte
Dos R$ 265 milhões que a Petrobras investirá em seu novo projeto esportivo, R$ 101 milhões terão como foco o esporte de alto rendimento. A maior parte do montante, portanto, será alocada em outra ponta do plano: o fomento da atividade física educacional, que já tem três centros planejados para pontos distintos do país.
Os primeiros espaços da estatal com foco educacional serão construídos em Manaus (AM), Cruz das Almas (BA) e Rio de Janeiro (RJ). Entretanto, a estatal revelou nesta segunda-feira que já existem planos para outros quatro centros. “São Paulo vai ter o seu”, exemplificou José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras.
A ideia inicial é que esses locais consumam investimento de R$ 164 milhões até 2014. Por terem o esporte educacional como foco, os centros investirão principalmente na formação de professores e na capacitação dos educadores que já trabalham na rede pública.
Os recursos desse trecho do projeto serão gerenciados pelo instituto Esporte e Educação, da ex-jogadora de vôlei Ana Moser. Também haverá participação da ESPN Brasil, que a exemplo da Petrobras usará a Lei de Incentivo ao Esporte para colocar recursos na iniciativa.
Outra ponta do projeto da Petrobras é a criação de um ciclo de documentários sobre a história do esporte no Brasil. As peças não serão focadas apenas em modalidades olímpicas, e a ideia da companhia é que essa iniciativa siga a linha do que a empresa já realiza no segmento cultural.
Neste ano, uma das principais ações da Petrobras no futebol também teve documentários como mote. A companhia tem produzido uma série de filmes sobre as torcidas de times da primeira divisão nacional.
O projeto apresentado nesta segunda-feira, 18/10, além dos documentários e da parte social, contempla investimento em cinco modalidades olímpicas: boxe, remo, esgrima, levantamento de peso e taekwondo.
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Dos R$ 265 milhões que a Petrobras investirá em seu novo projeto esportivo, R$ 101 milhões terão como foco o esporte de alto rendimento. A maior parte do montante, portanto, será alocada em outra ponta do plano: o fomento da atividade física educacional, que já tem três centros planejados para pontos distintos do país.
Os primeiros espaços da estatal com foco educacional serão construídos em Manaus (AM), Cruz das Almas (BA) e Rio de Janeiro (RJ). Entretanto, a estatal revelou nesta segunda-feira que já existem planos para outros quatro centros. “São Paulo vai ter o seu”, exemplificou José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras.
A ideia inicial é que esses locais consumam investimento de R$ 164 milhões até 2014. Por terem o esporte educacional como foco, os centros investirão principalmente na formação de professores e na capacitação dos educadores que já trabalham na rede pública.
Os recursos desse trecho do projeto serão gerenciados pelo instituto Esporte e Educação, da ex-jogadora de vôlei Ana Moser. Também haverá participação da ESPN Brasil, que a exemplo da Petrobras usará a Lei de Incentivo ao Esporte para colocar recursos na iniciativa.
Outra ponta do projeto da Petrobras é a criação de um ciclo de documentários sobre a história do esporte no Brasil. As peças não serão focadas apenas em modalidades olímpicas, e a ideia da companhia é que essa iniciativa siga a linha do que a empresa já realiza no segmento cultural.
Neste ano, uma das principais ações da Petrobras no futebol também teve documentários como mote. A companhia tem produzido uma série de filmes sobre as torcidas de times da primeira divisão nacional.
O projeto apresentado nesta segunda-feira, 18/10, além dos documentários e da parte social, contempla investimento em cinco modalidades olímpicas: boxe, remo, esgrima, levantamento de peso e taekwondo.
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