segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Na despedida, Ronaldo agradece aos patrocinadores

Jogador cita Ambev, Claro, Hypermarcas e Nike em seu discurso de despedida; acordo do clube com patrocinadores segue o mesmo até o final do ano

Fonte: m&m online

Em concorrido depoimento, seguido de entrevista coletiva, na tarde desta segunda-feira 14, Ronaldo anunciou oficialmente que está pendurando as chuteiras. Ao confirmar os rumores que circulavam na imprensa desde o sábado 12, o jogador agradeceu aos patrocinadores que o acompanharam ao longo da carreira e disse que continuará a trabalhar pelo Corinthians, o último clube que defendeu.

“Agradeço principalmente à Hypermarcas, que bancou realmente esse projeto do Corinthians”, declarou Ronaldo, ao recordar do nascimento e dos primeiros momentos da parceria com o clube paulista, no início de 2009. Pouco antes, ele havia agradecido também à Claro, Ambev e Nike – as duas últimas acompanham o craque desde 1994, quando o Fenômeno tinha apenas 17 anos.

"Vou me dedicar à minha agência e à Fundação Criando Fenômenos", afirmou o jogador sobre os objetivos a curto prazo, citando a 9ine (agência de marketing esportivo na qual é sócio do grupo WPP) e uma organização para crianças que ele pretende fundar em breve. Em seguida, o maior goleador da história das Copas do Mundo revelou como será a sua relação com o Corinthians a partir de agora. “Serei uma espécie de embaixador institucional, pelo mundo afora, para ajudar (o clube) a captar cada vez mais”.

Sentado ao lado de Ronaldo, o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, enalteceu os feitos do jogador pelo clube e disse que a história do time agora se dividirá entre antes e depois da passagem do craque pelo Parque São Jorge.

“Triplicamos as receitas e (os valores dos) os patrocínios”, ressaltou Sanchez, que garantiu a continuidade do acordo comercial entre o clube e a Hypermarcas. “Não muda nada até o final do ano entre Corinthians, Ronaldo e Neo-Química (marca de medicamentos genéricos do grupo Hypermarcas que é patrocinadora master do time)”. O contrato do clube com o anunciante vai até janeiro de 2012.
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A maior São Silvestre de todos os tempos

Os 18.324 participantes que concluíram a edição de 2010 da São Silvestre poderão fazer download do certificado de conclusão digital através do site www.saosilvestre.com.br, a partir do dia 21 deste mês. A prova contou com uma série de inovações, entre elas, o chip descartável, envio do número de peito por e-mail, vídeos de 30 segundos das chegadas e fotos.

Além das novidades tecnológicas, o Comitê Organizador da São Silvestre comemorou os resultados da 86ª edição, a maior de todos os tempos. Foram mais de 21 mil inscritos, que largaram com conforto e segurança, o título de Marílson dos Santos, que quebrou a hegemonia queniana e tornou-se o primeiro tricampeão brasileiro da era internacional da prova e o novo recorde no feminino, que durava desde 1993, batido pela campeã Alice Timbilili, do Quênia, e pela brasileira Simone Alves da Silva, a segunda colocada.

"Essas marcas comprovam o alto nível técnico da maior edição da história da São Silvestre. A corrida deste ano confirmou sua qualidade, reafirmou sua constante preocupação com a segurança do atleta e novamente saiu na frente com várias inovações, entre as quais o chip descartável, e servindo de exemplo para as demais provas brasileiras. Parabenizo a todos que participaram e fizeram da prova a mais especial da temporada", comemorou o diretor geral Júlio Deodoro, superintendente da Gazetaesportiva. Net.

"Destaque especial para os atletas que compreenderam o esforço da organização e acima de tudo a coragem em implementar mudanças necessárias e eficientes. A São Silvestre é o que é hoje não só sua magnitude, mas principalmente por não se acomodar no sucesso e sim buscar novas alternativas, pois entendemos que em time que está vencendo também se mexe e, lógico, para melhor", completou Deodoro.

Alto nível técnico - A São Silvestre 2010 mostrou-se forte e equilibrada na elite, com 142 corredores de nove países. O tempo da vitória de Marílson, 44min02s, foi o sexto melhor desde que a prova passou a ter 15 quilômetros, em 1991. Foi superado apenas pelo pentacampeão Paul Tergat, que detém o recorde de 43min12s, obtido em 1995, e mais duas marcas - 43min50s (1996) e 43min57s (2000) -, Simon Chemwoyo (43min20s, em 1993) e o próprio Marílson na primeira vitória em 2003 (43min49s).

No feminino, o bicampeonato da queniana Alice Timbilili, 50min19s, é o novo recorde da competição. Ela desbancou os 50min26s da compatriota Hellen Kimayo que durava desde 1993. A brasileira Simone Alves da Silva, vice-campeã, fez o percurso em 50min25s, o que lhe garantiu o segundo melhor tempo da história. O resultado da brasileira Simone a colocaria como vencedora de todas as edições da prova feminina desde que passou também a ter 15 k, caso viesse a repeti-lo, o que demonstra que o nível técnico da prova feminina esteve altíssimo. É esse resultado que se comemora e não uma prova recheada de nomes famosos, mas sem marcar resultados técnicos expressivos.

O alto nível técnico e a garantia de conforto e segurança para os mais de 21 mil inscritos só foi possível devido a uma gigantesca infraestrutura montada pela organização da prova, que trabalhou praticamente o ano inteiro de 2010 para montar a logística.

O staff contou com 4.500 pessoas, sendo 2.800 policiais (2.500 militares e 300 guardas civis), 200 técnicos do CET e SPTRANS, 250 profissionais da área de saúde, 28 UTIs móveis, posto de apoio médico na chegada com 300 m2 de área, 300 banheiros químicos e 20 caminhões de guarda-volumes, 10 mil metros de fita zebrada, 3000 grades, 2.000 cavaletes para garantir a tranqüilidade e a segurança dos participantes.

A organização distribuiu também 21.000 medalhas, 21.000 camisetas, 21.000 lanches, 21.000 chips descartáveis, estrutura para emitir todos os certificados digitais dos concluintes, 50 toneladas de gelo para manter a água fria nos sete postos de hidratação do percurso, 450 mil copos de água e 21 mil copos de isotônicos e 6 caminhões para distribuição dos lanches.

"O controle eficiente permitiu que os mais de 21 mil atletas fizessem a largada sem tumulto, com total segurança ao longo do percurso, com motos da organização e batedores da PM que servem de modelo para a Federação Internacional de Atletismo para os eventos em outros países. O formato mereceu citação e exposição em congresso da Federação Internacional após os Jogos Olímpicos de Atenas", lembrou Julio Deodoro.

Fonte: ZDL
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Pirelli inicia parceria com o Vôlei Futuro

O time masculino que disputa a Superliga passa a ter o apoio da fabricante de pneus, que possui grande tradição no voleibol

A Pirelli reforça o seu compromisso com o incentivo à prática dos esportes e anuncia o apoio ao clube Grêmio Recreativo e Esportivo Reunidas, de Araçatuba (SP), que mantém em seu projeto social e esportivo às equipes Vôlei Futuro, que incluem as categorias de base e os times masculino e feminino adultos e disputam a Superliga Brasileira de Voleibol. Atletas campeões olímpicos, ídolos que inspiram jovens e adolescentes, fazem parte de ambos os elencos. O patrocínio da Pirelli é para o time masculino.

O apoio ao Vôlei Futuro resgata a ligação da Pirelli com a modalidade, pois, no passado, a equipe de vôlei masculino Santo André/Pirelli marcou época e conquistou três Campeonatos Brasileiros (1980, 1982 e 1983), dois Sul-Americanos (1981 e 1983), dois Intercontinentais (1983 e 1984), o Campeonato Mundial de 1984 e uma Liga Nacional na temporada 1988/89.

“Para a Pirelli, o incentivo à prática dos esportes é muito importante, faz parte da história da empresa, porque acreditamos que dessa forma podemos proporcionar a oportunidade de um futuro melhor às novas gerações, seja ajudando-as a desenvolver seus talentos como atletas, seja como uma ferramenta de ensino que transmite valores éticos que moldam sua personalidade e contribuem para formar cidadãos de bem”, diz Mário Batista, diretor de assuntos corporativos da Pirelli na América Latina.

O apoio da Pirelli ao Vôlei Futuro foi viabilizado por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, pela qual as empresas podem destinar recursos do ICMS a projetos esportivos realizados no âmbito estadual.

Incentivo à prática do voleibol

O projeto Vôlei Futuro foi criado em 2002 na cidade de Araçatuba, com o objetivo de utilizar o esporte como ferramenta de desenvolvimento social. Além das equipes adultas masculina e feminina, que reúnem alguns dos melhores jogadores de mundo, o projeto inclui 17 núcleos de ensino que atendem cerca de mil crianças e adolescentes na cidade, divididos em equipes mirim, infantil e infanto-juvenil. As atividades são realizadas em escolas municipais e estaduais e em ginásios de Araçatuba.

Em oito anos de existência o projeto se tornou referência no voleibol brasileiro. Na atual temporada, a equipe adulta masculina do Vôlei Futuro venceu o Campeonato Paulista e o time feminino foi vice-campeão. Essas conquistas são fruto dos importantes reforços que os elencos receberam em 2010. Entre os destaques estão o levantador Ricardinho, que em sua carreira conquistou diversos títulos pela Seleção Brasileira, como a Copa do Mundo, o Campeonato Mundial e a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004. Outro jogador importante é o atacante oposto Leandro Vissotto, que foi campeão da Liga Mundial de Vôlei Masculino 2010 com a seleção brasileira. Foi seu segundo título consecutivo nessa competição.

O time feminino também apresenta atletas de altíssimo nível, como a atacante de ponta Paula Pequeno, que foi considerada a melhor jogadora de vôlei do mundo nas temporadas de 2005 e 2008. Com a seleção brasileira, ela conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008. Outro destaque é a americana Stacy Sykora, que foi eleita a melhor líbero do Campeonato Mundial 2010.

Fonte: Assessoria de imprensa da Pirelli
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Marketing Esportivo - Resultado Garantido para todos os envolvidos.

Por José Estevão Cocco
Publicado na Revista Mercado – janeiro de 2011

Caros leitores,

Tenho o privilégio de ser um dos pioneiros do marketing esportivo no Brasil. Minha carreira no marketing soma já 52 anos, dos quais mais de 40 com marketing esportivo.

Já militei como profissional, como cliente/patrocinador, como produtor de eventos, como dirigente esportivo e como profissional de agência de marketing esportivo. Essa experiência toda me permite tecer alguns comentários e propor ações de forma fundamentada e profissional.

Durante todo esse tempo, minha maior preocupação, além da profissionalização do segmento, foi com a disseminação das vantagens em participar da indústria do esporte como pessoa física e/ou jurídica.

A indústria do esporte - vai muito além do futebol e alguns esportes profissionalizados, que são a ponta do iceberg - movimenta no Brasil algo em torno de 3,3% do PIB, segundo a Fundação Getúlio Vargas em último estudo em 2002. Hoje esse percentual representa algo como 100 bilhões de reais.

Uma das indústrias que mais crescem no mundo é a do entretenimento. Quanto maior a capacidade ociosa das pessoas, mais entretenimento consomem. E dentro do entretenimento o mais importante é o esporte.

A indústria do esporte é uma das mais importantes para uma nação: ela atende praticamente todos os segmentos da sociedade: indústria, comércio e serviços; patrocinadores e anunciantes; atletas, técnicos e dirigentes; população; governo; mídia; clubes, federações, confederações e ligas desportivas.

E, ainda, tem muito a crescer no Brasil comparativamente a outros países.

Segundo estudo recente da consultoria Ernst&Young, entre 2010 e 2014 somente as atividades da Copa 2014 vão injetar adicionalmente no mercado R$ 142 bilhões, R$ 63 bilhões de renda para a população e gerar 3,63 milhões de empregos por ano.

Embora já muito altos, esses valores podem ser potencializados e crescer de maneira mais rápida e consistente.

A falta de informação nas empresas potenciais patrocinadoras, nas entidades esportivas, nos atletas individuais e nos clubes não dá vazão a todas as oportunidades que poderiam ter na indústria do esporte.

Os clubes mais importantes, as federações mais profissionalizadas e os patrocinadores melhor administrados na área de marketing dão bem a mostra do excelente retorno na correta aplicação e utilização do marketing esportivo.

O mercado está repleto de exemplos de pequenas, médias e grandes empresas que têm suas marcas divulgadas e consequente aumento das suas vendas por um valor muito menor do que os alcançados com outras atividades ortodoxas de marketing.

Temos também inúmeros exemplos de clubes menores que se esmeram para ter uma imagem preferencial entre os potenciais patrocinadores e conquistam expressivos patrocínios.

Esse é o ponto: se o mercado é imenso e crescente, se existem milhares de potenciais patrocinadores, se há o grande interesse da mídia, qual a razão de muitos clubes não conseguirem patrocínio?

A resposta é clara, simples e contundente: é porque eles não se apresentam ao mercado como valorosos, competentes, com credibilidade enfim, como um bom produto. Antes do patrocínio deve existir o produto. Se não o clube não está vendendo o direito do patrocinador de utilizar suas camisas, seus clubes e seus atletas. Está pedindo favor ao patrocinador para dar uns trocados em forma de colaboração para manter a equipe. Além de não ser profissional, essa atitude desvaloriza totalmente o valor de mercado do clube e não atrai patrocinadores.

Todo patrocinador tem interesse em dar visibilidade à sua marca. Mas antes disso vem a necessidade de aliar essa marca a outra marca (no caso o clube ou atleta) que agregue vantagens.

Outro ponto é a mística que existe no mercado de que pequenas ou médias empresas não têm cacife para patrocínios. Para contrapor é só verificar os inúmeros exemplos de pequenas empresas que cresceram sobremaneira ao investirem em patrocínios ou entrarem na indústria do esporte como fabricantes de material esportivo, prestadoras de serviços e todas as oportunidades.

O marketing esportivo é a atividade de marketing que mais propicia a segmentação de mercado. Desde o patrocínio de um único atleta até o patrocínio de grandes clubes e seleções.

O segredo é a profissionalização. A Copa 2014 e os Jogos Olímpicos 2016 já estão aí e acontecendo. Milhares de oportunidades se oferecem para o mercado. Mas não adianta bola pingando na área e sem goleiro, se o chute for para fora. E quem estiver mais preparado terá grandes chances de marcar belos e inesquecíveis gols. E conseguir excelentes vitórias.

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O marketing inconsequente

Por José Estevão Cocco

Podemos interpretar "inconsequência" de formas diferenciadas: falta de previsão, falta de planejamento, desconhecimento do assunto e da ferramenta, falta de proposição, desconhecimento dos resultados entre vários outros.

Diariamente, nos deparamos com atividades ditas como marketing visivelmente equivocadas.

Dentre os 4Ps do marketing - Produto, Promoção, Praça e Preço - entendo que o Produto é o principal e fundamental. Sem ele os outros 3Ps não podem existir. Não podemos fazer promoção, distribuição e precificação de um produto que não existe ou que está só no papel. Ou só na cabeça de alguns paraquedistas do marketing e gestão.

O elogiável marketing do Corinthians foi maravilhoso, vistoso, retumbante, audacioso. Conseguiu as melhores verbas de patrocínio do mercado brasileiro.

Só que foi apenas uma jogada inconsequente, de acordo com as diversas interpretações acima citadas. Vendeu ilusão. Vendeu vento. Vendeu embalagem. Mas não tinha produto. Foi utilizada a "parceria" com Ronaldo como a construção de um produto de primeira linha. Vencedor. Vibrante. Sem panelinhas. Mesmo sob o "gerente de produto" anterior nunca convenceu o mercado de forma a se tornar um produto líder incontestável.

Os novos "gerentes de produto" vieram e não conseguiram harmonizar a linha de produção. Os componentes da fórmula nunca se encaixaram. O produto nunca conseguiu existir e entrar no mercado de forma consistente e duradoura. Atividades políticas dos dirigentes sempre iludiram os consumidores com novas promessas, desvios de focos, centenário, estádio...

Os equívocos foram em quantidades que nenhuma marca resiste. Por mais forte que ela seja.

Vai contra qualquer fundamento do marketing o principal dirigente declarar, antes de momentos decisivos, que faria uma alteração radical nos componentes do produto, colocando insumos mais baratos "já que o mercado não exigiria..."

E os consumidores, como ficam?

E os patrocinadores, como ficam?

E os patrocinadores que também patrocinam sem analisar e medir as consequências como ficam com o revés do produto?

Está suficientemente provado e comprovado que ao linkar sua marca ao esporte o patrocinador tem muito mais do que visibilidade. Tem agregação à marca das qualidades do esporte. Jovialidade, competitividade, modernidade, vitória entre várias outras.

Mas também o contrário acontece. E que muitos e muitos dirigentes de marketing de muitos e muitos patrocinadores não dão a devida importância: assim como a marca patrocinadora agrega as qualidades boas também agrega as ruins.

Quando vemos e registramos a imagem de um atleta vencedor exibindo a marca no peito, a imagem que fica indelével nas nossas mentes é que a marca também é vencedora. Isso é muito mais valioso do que a simples visibilidade alcançada. Nesse caso, quanto maior a visibilidade maior o recall.

E ao contrário? Quando um atleta perdedor, cabisbaixo, infeliz, acuado pela mídia exibe a marca no peito o que fica na mente das pessoas? Nesse caso quanto maior a visibilidade pior.

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

CBG convoca atletas da Ginástica Rítmica para treinos e avaliações

Testes reunirão 20 ginastas em Aracaju (SE), de 7 a 10 de fevereiro

Uma grande avaliação será realizada entre os dias 7 e 10 de fevereiro, em Aracaju (SE), para a formação da nova Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica de Conjunto. O trabalho tem o foco direcionado, principalmente, aos Jogos Pan-Americanos, que serão em outubro deste ano, em Guadalajara, no México.

As ginastas que já integravam a Seleção foram convocadas. São elas: Ana Paula Alencar (Unipar / PR), Ana Paula Ribeiro e Jéssica Silveira (Clube dos Oficiais / ES), Ana Paula Scheffer, Jéssica Oliveira e Pâmela Oliveira (Sadia / PR), Jéssica Maier (Guairacás / SC), Larissa Barata (Coesi / SE), Letícia Dutra e Luísa Matsuo (Adiee / SC).

Outras 10 foram convidadas para o treinamento e avaliação: Bianca Mendonça (Adiee / SC), Dayane Amaral e Maria Caroline Ricardo (Agir / PR), Débora Falda e Izabelle Andrioto (Unopar / PR), Luiza França (Clube dos Oficiais / ES), Mariana Vieira (Soc. Ginástica de Joinville / SC), Morgana Gmach e Simone Luiz (Sadia / PR) e Rafaela Costa (Arquiclube / SE).

Todas passarão pela avaliação da treinadora da Seleção Brasileira de Conjunto, Camila Ferezin, e pela coordenadora da Ginástica Rítmica, Maria Cristina Vital. O trabalho será no Centro Nacional de Treinamento, onde acontece o trabalho diário da Seleção Permanente de Conjunto.

O resultado dos testes, com a definição das 10 ginastas selecionadas, será anunciado no dia 10, às 12h. Esse grupo formará a Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica de Conjunto Permanente, que seguirá em Aracaju.

Para Camila Ferezin, que fará sua primeira atividade após ser efetivada como técnica da Seleção Brasileira, essa avaliação será extremamente importante. "Teremos as 10 ginastas que já estavam na Seleção e outras 10 que foram convidadas de acordo com os bons resultados conquistados no ano passado. Tudo indica que haverá mudança na formação do grupo, já que queremos escolher realmente as 10 melhores do Brasil", afirmou Camila Ferezin.

Fonte: Photo&Grafia
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Corridas de rua têm maior crescimento dos últimos quatro anos em 2010

Foram 374 provas realizadas no estado de São Paulo, na temporada passada, contra 301 em 2009, crescimento de 24,5%

O fenômeno das corridas de rua está cada vez mais consolidado. Levantamento feito pela Federação Paulista de Atletismo (FPA) mostrou crescimento em várias áreas na temporada passada. Foram realizadas 374 provas no Estado de São Paulo em 2010, contra 301 no ano anterior, crescimento de 24,3%, o maior dos últimos quatro anos.

Do total de 374 provas identificadas, a FPA oficializou e regulamentou 287 (76,74%), sendo que 87 corridas (23,26%) foram irregulares por não cumprirem todas as recomendações da entidade. Participaram dos eventos oficiais 416.210 corredores, totalizando evolução de 3,67% em relação a 2009.

"Nossa meta é aumentar o número de provas regulares a cada ano, pois as corridas precisam dar garantias de segurança ao corredor. O objetivo é que se cumpra a Lei Federal (Código Nacional de Trânsito), em que os departamentos de trânsito, federações estaduais ou confederações emitam o alvará da competição em conjunto, para que os itens de segurança e saúde sejam cumpridos. O problema maior é que muitos secretários de esportes, prefeituras e organizadores não seguem a Lei, quando deveriam ser os primeiros a cumprir", afirmou o presidente José Antonio Martins Fernandes, o Toninho. "Mesmo com essas dificuldades, o crescimento de 2010 foi espantoso," acrescentou.

Das 287 corridas oficiais, 117 aconteceram na Capital e 170 no Interior do Estado. As provas em São Paulo cresceram 23% em relação ao ano anterior (94 para 117) e no Interior a evolução foi de 16,5% (146 para 170).

A primeira metade da década passada foi marcada por um elevado número de novas corridas de rua no Estado. Em 2001, apenas 11 provas eram oficialmente reconhecidas pela FPA. Este número saltou para 168 em 2005 e foi subindo até atingir 287 oficiais da atualidade.

Interior apresenta crescimento entre os participantes - Dos 416.210 participantes nas corridas de rua oficiais do ano passado, 279.114 competiram em provas na Capital, praticamente o mesmo número que em 2009 (279.195). No Interior, todavia, o crescimento tem sido significativo. Correram em 2009, 122.270 pessoas e, no ano passado, o número subiu para 137.096 (evolução de 12,2%).

Na Capital o número de mulheres tem se mantido nos últimos anos. No Interior, o crescimento é grande. O salto entre 2009 e 2010 foi de 16,5% (33.593 para 39.110). Entre os homens, a estatística mostra evolução de 10,5% (88.677 para 97.986).

Em 2007, por exemplo, eram 75,68% de homens e de 24,32% de mulheres. O melhor índice percentual feminino foi em 2008, quando atingiu 29,34% das vagas nas corridas. Em números absolutos, a melhor participação feminina foi na temporada passada, com 115.413 (27,73%).

Agosto é o mês com mais corridas em São Paulo - Agosto, período de inverno no Brasil, é o mês com mais corridas de rua no Estado de São Paulo. Em 2010 foram 44 provas. Maio, com 34 e dezembro, com 30, aparecem na sequência.

Número de provas
2007 - 253
2008 - 278 (10,0%)
2009 - 301 (8,3%)
2010 - 374 (24,3%)

Número de provas regulamentadas
2001 - 11
2002 - 17 (54,55%)
2003 - 34 (100,00%)
2004 - 107 (214,71%)
2005 - 168 (57,01%)
2006 - 182 (8,33%)
2007 - 195 (7,14%)
2008 - 217 (11,28%)
2009 - 240 (10,60%)
2010 - 287 (19,58%)

Corridas de rua
2010
Regulares - 287 (76,74%)
Irregulares - 87 (23,26%)
Total - 374

2009
Regulares - 240 (79,73%)
Irregulares - 61 (20,27%)
Total - 301

2008
Regulares - 217 (76,95%)
Irregulares - 63 (23,05%)
Total - 278

2007
Regulares - 195 (77,08%)
Irregulares - 58 (22,92%)
Total - 253

Número de participantes
2004 - 146.022
2005 - 209.501 (43,47%)
2006 - 233.557 (11,48%)
2007 - 283.960 (21,58%)
2008 - 372.352 (31,13%)
2009 - 401.465 (7,82%)
2010 - 416.210 (3,67%)

Número de participantes - São Paulo
2008 - 268.191
2009 - 279.195 (4,1%)
2010 - 279.114 (0%)

Número de participantes - Interior
2008 - 104.161
2009 - 122.270 (17,5%)
2010 - 137.096 (12,2%)

Fonte: ZDL

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