Por Edison Tadayuki
No momento, o título de “Melhor Saque da Superliga” pertence à equipe feminina do Vôlei Futuro, liderada pelo sempre capitão William Carvalho. Fora das quadras, o Projeto Vôlei Futuro também tem boas sacadas que promovem a inclusão social por meio do esporte e busca dar maior visibilidade à modalidade. Por ocasião da Rodada Dupla de Araçatuba (SP), do SuperPaulistão 2009 – Copa Universidade São Judas, realizada no mês de agosto, tive a oportunidade de conhecer um pouco desse trabalho patrocinado pela Reunidas Paulista e pelo Alameda Quality Center e dirigido pela incansável Marcela Constantino.
sexta-feira, 5 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
"Estou aqui para ajudar. Do que você precisa para ser um campeão?"
Por José Estevão Cocco
A maior paixão de um bem-sucedido empresário do setor financeiro é o esporte em todas as suas modalidades. Estou falando de Antonio Carlos de Almeida Braga. Ninguém gosta tanto de esportes como o Braguinha. Pode até gostar igual, mas, mais do que ele nunca. Aos 82 anos de idade, ele nada todos os dias e o jogo de golfe diário no Brasil, em Portugal ou nas Bahamas mantêm seu entusiasmo inabalável pelas conquistas brasileiras nas pistas, quadras, campos, piscinas e gramados.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Negócio da China ou da Europa?
Por Diandra Gomes Arbia
Um dos principais produtos de exportação da economia brasileira é o jogador de futebol. De acordo com a CBF, apenas em 2009, 1017 atletas brasileiros foram transferidos para outros países. Endividados como os clubes brasileiros são, muitas vezes a venda do jogador é vista como um colete salva-vidas em uma tempestade em alto-mar. Com cifras cada vez mais absurdas, a venda de um ídolo para o exterior muitas vezes é vista como a grande salvação financeira.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
O marketing da FIFA
Por Marcos Estevão Cocco
Apesar de ser conhecida por sua resistência a mudanças nas regras do futebol, no tocante à sua estratégia comercial a FIFA não fica parada.
Na Copa de 2002, na Coreia e Japão, o plano de marketing da entidade estabelecia os Official Partners / Parceiros Oficiais (adidas, Avaya, Budweiser, Coca-Cola, Fujifilm, Fuji Xerox, Gillette, Hyundai, JVC, KT/NTT, MasterCard, McDonald’s, Philips, Toshiba e Yahoo!), os quais tinham o direito de fazer associação direta de sua empresa com o evento e usar o logotipo do torneio em produtos, promoções e publicidade, além de expor sua marca dentro e ao redor dos estádios e em todas as publicações oficiais.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Os narradores esportivos brasileiros da televisão. O contra-marketing.
Por José Cocco
Está certo que o brasileiro não acompanha de maneira mais ativa os jogos de neve. Somente nos Jogos Olímpicos que tem a atenção voltada em virtude das transmissões via televisão.
O interessante, ou irritante, é a postura dos narradores, não todos, de aplicarem nas suas narrações as mesmas características de uma transmissão de futebol.
Assistir a uma corrida de bobsleigh com narração berrada e alucinada como se fosse uma partida de futebol narrada no rádio não tem o menor cabimento.
Está certo que o brasileiro não acompanha de maneira mais ativa os jogos de neve. Somente nos Jogos Olímpicos que tem a atenção voltada em virtude das transmissões via televisão.
O interessante, ou irritante, é a postura dos narradores, não todos, de aplicarem nas suas narrações as mesmas características de uma transmissão de futebol.
Assistir a uma corrida de bobsleigh com narração berrada e alucinada como se fosse uma partida de futebol narrada no rádio não tem o menor cabimento.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Um gol de letra da Visa
Por Diandra Gomes Arbia
O dia 07 de fevereiro deste ano ficou marcado na história do Santos Futebol Clube, bem como na vida de Robson de Souza, o Robinho. Neste dia, o atacante que pertence ao Manchester City, voltou a entrar em campo pelo clube que o revelou, em um clássico contra o São Paulo. Por conta disso, todas as atenções estavam voltadas para aquela partida do Campeonato Paulista.
A Visa enxergou na ocasião uma grande chance de exposição de sua marca e comprou o espaço principal de patrocínio da camisa alvinegra. A ação inovadora alcançou o sucesso total, já que Robinho marcou o gol da vitória - de letra - aos 41 minutos do segundo tempo. O gol rodou a imprensa mundial, agregando uma exposição incrível para a multinacional, que já havia lançado mão da estratégia na estreia de Ronaldo, no Corinthians, em março de 2009. Um gol de letra da própria Visa.
O dia 07 de fevereiro deste ano ficou marcado na história do Santos Futebol Clube, bem como na vida de Robson de Souza, o Robinho. Neste dia, o atacante que pertence ao Manchester City, voltou a entrar em campo pelo clube que o revelou, em um clássico contra o São Paulo. Por conta disso, todas as atenções estavam voltadas para aquela partida do Campeonato Paulista.
A Visa enxergou na ocasião uma grande chance de exposição de sua marca e comprou o espaço principal de patrocínio da camisa alvinegra. A ação inovadora alcançou o sucesso total, já que Robinho marcou o gol da vitória - de letra - aos 41 minutos do segundo tempo. O gol rodou a imprensa mundial, agregando uma exposição incrível para a multinacional, que já havia lançado mão da estratégia na estreia de Ronaldo, no Corinthians, em março de 2009. Um gol de letra da própria Visa.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Como investir para piorar a imagem da sua marca
Por José Cocco
Dá pena ao ver grandes marcas e grandes verbas, investindo de forma totalmente equivocada em patrocínios, principalmente, esportivos.
As inadequações são flagrantes. Nem todos os esportes são adequados a todas as marcas.
Muitas e muitas marcas buscam simplesmente visibilidade, sem se preocupar com o recall de atrelar a sua marca a determinada modalidade esportiva. O que restará agregado à marca? Logicamente, aquilo que a modalidade esportiva ou o atleta patrocinado significam no momento do patrocínio. Ficará a imagem de sucesso ou de fracasso?
Dá pena ao ver grandes marcas e grandes verbas, investindo de forma totalmente equivocada em patrocínios, principalmente, esportivos.
As inadequações são flagrantes. Nem todos os esportes são adequados a todas as marcas.
Muitas e muitas marcas buscam simplesmente visibilidade, sem se preocupar com o recall de atrelar a sua marca a determinada modalidade esportiva. O que restará agregado à marca? Logicamente, aquilo que a modalidade esportiva ou o atleta patrocinado significam no momento do patrocínio. Ficará a imagem de sucesso ou de fracasso?
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