quarta-feira, 5 de maio de 2010

Fiat oferece R$ 26 milhões ao Palmeiras

Por Diandra Gomes Arbia*

Nas próximas semanas o Palmeiras deverá anunciar o novo contrato de patrocínio da camisa da equipe. O contrato não é tão novo assim, já que o patrocinador é antigo: a Fiat, que ofereceu R$26 milhões para estampar o peito e as costas da camisa alviverde.

A atual patrocinadora do clube, a Samsung, paga R$15,5 milhões anuais. O contrato vai até 2011 e, além da camisa, inclui exclusividade também nas meias e no calção, o que impede que o Palmeiras possa fechar outros patrocínios e levar mais dinheiro aos cofres do clube.
Com o contrato assinado com a Fiat, o Palmeiras calcula que poderá embolsar mais R$8 milhões com a venda do patrocínio das meias e do calção, já que o acordo com a empresa não exige exclusividade.

terça-feira, 4 de maio de 2010

O ROI no marketing esportivo

Por Marcos Estevão Cocco

Parte do mercado de comunicação prefere a publicidade ao marketing esportivo, afirmando que aquela permite o cálculo do ROI (return on investiment – retorno sobre investimento) enquanto este último não.
Mas não é bem assim. Atividades de marketing esportivo também podem ter seus ROIs calculados. Aliás, mais do que podem, elas devem ter seus ROIs calculados.

Para que o patrocínio seja compensador ao patrocinador, este precisa saber qual valor seu investimento criou. Não basta, contudo, patrocinar um evento num dia e esperar para ver quanto as vendas aumentam no dia seguinte.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Após dois anos, Blausiegel retira patrocínio à equipe de vôlei feminino de São Caetano

Por Diandra Gomes Arbia

A equipe feminina de vôlei de São Caetano do Sul perdeu seu patrocinador após dois anos de parceria. A Blausiegel anunciou ontem, quinta-feira, a retirada de seu investimento à modalidade, através de um comunicado à imprensa.

De acordo com o comunicado, uma reestruturação interna da companhia farmacêutica foi a causa do fim da parceria.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Medalha de ouro para a Nestlé

Por Diandra Gomes Arbia

Após dez anos de afastamento das quadras, a Nestlé voltou ao voleibol com a marca Sollys, patrocinando o time de Osasco. A escolha foi um ace, uma vez que a equipe foi vencedora da Superliga Feminina e atualmente conta com seis jogadoras da Seleção Brasileira. A parceria entre a Nestlé e o voleibol é antiga e carrega uma história vitoriosa.

A companhia revitalizou a modalidade esportiva quando criou a equipe Leite Moça, que se transformaria em Leites Nestlé. Na época, entre as principais atletas do time, que colecionou títulos até o fim dos anos noventa, estavam Ana Moser, Ana Paula e Fernanda Venturini

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Ativando

Por Marcos Estevão Cocco 
Como dissemos num post anterior (Supergêmeos, ativar!), todo projeto de patrocínio deve ter um plano de ativação.

Relembrando, ativação são as atividades realizadas em complemento ao acordo de patrocínio, para fortalecer a presença da marca e a experiência de seus clientes. E tais atividades podem multiplicar o custo de um patrocínio por duas ou três vezes, fato que deve ser analisado antes da assinatura do acordo. Se a empresa não está preparada para o investimento na ativação, melhor não fazer o patrocínio. E não só recursos financeiros,será necessária também a aplicação de tempo e esforço.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Adequação da modalidade esportiva às marcas e vice-versa.

Por José Estevão Cocco

É do Barão de Coubertin, o pai das olimpíadas modernas, a frase que diz: o importante não é vencer é competir. Aí vemos a Martina Navratilova, maior tenista que o mundo já teve, e comenta que quem diz que ganhar ou perder não importa, provavelmente perdeu. Baseado nisso, eu digo que no marketing esportivo o importante não é competir, é vencer.

Digo isso porque, quando se faz algum investimento, o objetivo é ter um retorno compatível. Para que o retorno do investimento seja mais previsível e seguro, é necessário saber onde, como e o porquê do investimento. Para investir na Bolsa de Valores, estuda-se o comportamento das ações e suas respectivas empresas emitentes. Para investir numa programação de mídia, estão à disposição todas as informações necessárias sobre cobertura, audiência, qualificação da audiência, afinidade, custo por mil etc.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O outro lado do Projeto de Lei que limita os horários dos jogos de futebol

O vereador Antônio Goulart (PMDB), ao lado do vereador Agnaldo Timóteo, é o autor do Projeto de Lei 564/06, que limitar o horário dos jogos de futebol às 23h15. O Projeto, que no momento está nas mãos da Comissão de Justiça, suscitou controvérsias e discussão.

Goulart divulgou um artigo, indicando as razões pelas quais acredita que o Projeto de Lei seja benéfico para a população. Respeitando a posição do vereador, gostaria de colocar alguns aspectos e pontos de vista sobre o artigo escrito pelo mesmo.         

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