No dia 8 de agosto, João Faria entrevistou José Estevão Cocco e Jorge Ayoub, no programa Publicidade + Marketing da Rede TV Mais. O presidente da J.Cocco Sportainment e da Academia Brasileira de Marketing Esportivo (ABRAESPORTE) falou sobre a atual realidade do marketing esportivo e das transformações que o setor pode sofrer com os megaeventos Copa 2014 e Olimpíadas 2016 no Brasil. Jorge Ayoub, vice-presidente da ABRAESPORTE e diretor de Novos Negócios da J.Cocco falou sobre ética e profissionalização do setor. Confira.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Consultor vê falta de mão-de-obra qualificada em gestão desportiva
Por Rodrigo Capelo - Máquina do Esporte - 07/08/10
O Brasil vive década inusitada. Irá receber, em intervalo de três anos, eventos como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. Essa maratona de eventos internacionais, por motivos óbvios, cria oportunidades de negócio para inúmeros segmentos. A gestão e o marketing esportivo, entretanto, ainda estão devendo, segundo especialista da área.
Há 50 anos no mercado, José Estevão Cocco vê na realização das competições a oportunidade de livrar o país do que chama de "paraquedistas", pessoas que ingressaram em gestão desportiva sem a capacitação necessária para aplicá-la. "Não por demérito ou maldade, mas não são bons profissinoais, capacitados para fazer marketing esportivo com todas suas condições e qualidades", justifica o consultor.
O Brasil vive década inusitada. Irá receber, em intervalo de três anos, eventos como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. Essa maratona de eventos internacionais, por motivos óbvios, cria oportunidades de negócio para inúmeros segmentos. A gestão e o marketing esportivo, entretanto, ainda estão devendo, segundo especialista da área.
Há 50 anos no mercado, José Estevão Cocco vê na realização das competições a oportunidade de livrar o país do que chama de "paraquedistas", pessoas que ingressaram em gestão desportiva sem a capacitação necessária para aplicá-la. "Não por demérito ou maldade, mas não são bons profissinoais, capacitados para fazer marketing esportivo com todas suas condições e qualidades", justifica o consultor.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
José Cocco e Jorge Ayoub são os entrevistados do Publicidade + Marketing deste domingo
No próximo domingo, 8 de agosto, João Faria entrevista José Estevão Cocco e Jorge Ayoub, no programa Publicidade + Marketing. O presidente da J.Cocco Sportainment e da Academia Brasileira de Marketing Esportivo (ABRAESPORTE) fala sobre a atual realidade do marketing esportivo e das transformações que o setor pode sofrer com os megaeventos Copa 2014 e Olimpíadas 2016 no Brasil. Jorge Ayoub, vice-presidente da ABRAESPORTE e diretor de Novos Negócios da J.Cocco fala sobre ética e profissionalização do setor.
Publicidade + Marketing
Domingo, 8 de agosto – às 22 horas
NET – canal 14 e TVA – canal 8
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Clique aqui e assista ao nosso portfólio!
Acesse também nosso site: http://www.jcoccosport.com.br/
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Oba - oba no Marketing Esportivo
Por José Estevão Cocco
Há cerca de oito anos, eu e meu sócio na época, José Carlos Brunoro, sentimos que o Marketing Esportivo estava sendo ameaçado pelos "paraquedistas" que tumultuavam o mercado.
Para tentar remediar a situação, oferecemos palestras e seminários gratuitos para empresas que tivessem interesse em atualizar os conhecimentos dos seus funcionários e colaboradores em marketing e, especialmente, em marketing esportivo.
Há cerca de oito anos, eu e meu sócio na época, José Carlos Brunoro, sentimos que o Marketing Esportivo estava sendo ameaçado pelos "paraquedistas" que tumultuavam o mercado.
Para tentar remediar a situação, oferecemos palestras e seminários gratuitos para empresas que tivessem interesse em atualizar os conhecimentos dos seus funcionários e colaboradores em marketing e, especialmente, em marketing esportivo.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Mackenzie reforça exclusividade em seus patrocínios
Por Eduardo Lopes - Máquina do Esporte
O Mackenzie renovou o seu contrato com o Pinheiros para ser a patrocinadora oficial do time de vôlei feminino do clube. Na entrada da terceira temporada da parceria, a universidade presbiteriana reforçou o seu desejo de manter sua marca como a única nas modalidades esportivas em que ela for patrocinadora.
No contrato com o clube, mais uma vez, uma cláusula impede que o Pinheiros feche com uma segunda empresa sem o aval da diretoria do Mackenzie. Se porventura essa situação for aceita, está absolutamente descartada a possibilidade de uma terceira marca entrar no negócio.
O Mackenzie renovou o seu contrato com o Pinheiros para ser a patrocinadora oficial do time de vôlei feminino do clube. Na entrada da terceira temporada da parceria, a universidade presbiteriana reforçou o seu desejo de manter sua marca como a única nas modalidades esportivas em que ela for patrocinadora.
No contrato com o clube, mais uma vez, uma cláusula impede que o Pinheiros feche com uma segunda empresa sem o aval da diretoria do Mackenzie. Se porventura essa situação for aceita, está absolutamente descartada a possibilidade de uma terceira marca entrar no negócio.
terça-feira, 27 de julho de 2010
A Fórmula da fabricação de resultados
Por José Estevão Cocco
A última corrida da Fórmula 1, disputada na Alemanha, provocou uma onda de críticas quase unânime. De toda a mídia e de torcedores.
Podemos entender que a obrigatoriedade de permitir a ultrapassagem pelo companheiro da equipe é legal, imoral ou as duas opções?
Em primeiro lugar, as regras da corrida prevêem dois rankings paralelos e simultâneos, um para os pilotos individualmente e outro para a escuderia ou equipe.
Como todo poder de cada equipe é próprio, é lógico que o ranking dela vem em primeiro lugar. Os pilotos trabalham para a equipe e não para eles próprios. Quem sustenta os pilotos é a escuderia, que arca com todos os riscos do empreendimento. Portanto, a escuderia tem todo o direito de escalar qual piloto vai ganhar ou não. Certo? Errado!
A última corrida da Fórmula 1, disputada na Alemanha, provocou uma onda de críticas quase unânime. De toda a mídia e de torcedores.
Podemos entender que a obrigatoriedade de permitir a ultrapassagem pelo companheiro da equipe é legal, imoral ou as duas opções?
Em primeiro lugar, as regras da corrida prevêem dois rankings paralelos e simultâneos, um para os pilotos individualmente e outro para a escuderia ou equipe.
Como todo poder de cada equipe é próprio, é lógico que o ranking dela vem em primeiro lugar. Os pilotos trabalham para a equipe e não para eles próprios. Quem sustenta os pilotos é a escuderia, que arca com todos os riscos do empreendimento. Portanto, a escuderia tem todo o direito de escalar qual piloto vai ganhar ou não. Certo? Errado!
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Brasil X Rússia: da chuva no Maracanã a mais um peixinho em Córdoba.
Por Edison Tadayuki
Ontem, 25 de julho, à noite, a Seleção Brasileira de Voleibol, comandada por Bernardinho, conquistou o nono título da Liga Mundial Masculina, ao derrotar a Rússia por 3X1 (25/22, 25/22, 16/25 e 25/23), em Córdoba, Argentina. Ao superar os oito títulos da Itália, o Brasil passa a ser o maior campeão da história. Murilo foi eleito o melhor jogador da Liga Mundial e Mário Jr., que substituiu o Serginho, melhor do mundo, foi considerado o melhor líbero.
A data de hoje, 26 de julho, nos faz lembrar do início dessa jornada de conquistas do voleibol brasileiro, masculino e feminino. Foi há 27 anos que o Estádio do Maracanã foi palco do Grande Desafio Brasil X URSS. Um espetáculo gravado na memória de 96 mil espectadores, que lotaram o estádio ignorando totalmente a chuva que insistia em roubar a cena. Esse recorde, ainda não quebrado, de público numa partida a céu aberto é o marco inicial de um vôlei praticado com organização e com marketing esportivo de resultado, que transformou a modalidade no segundo esporte mais popular entre nós.
Ontem, 25 de julho, à noite, a Seleção Brasileira de Voleibol, comandada por Bernardinho, conquistou o nono título da Liga Mundial Masculina, ao derrotar a Rússia por 3X1 (25/22, 25/22, 16/25 e 25/23), em Córdoba, Argentina. Ao superar os oito títulos da Itália, o Brasil passa a ser o maior campeão da história. Murilo foi eleito o melhor jogador da Liga Mundial e Mário Jr., que substituiu o Serginho, melhor do mundo, foi considerado o melhor líbero.
A data de hoje, 26 de julho, nos faz lembrar do início dessa jornada de conquistas do voleibol brasileiro, masculino e feminino. Foi há 27 anos que o Estádio do Maracanã foi palco do Grande Desafio Brasil X URSS. Um espetáculo gravado na memória de 96 mil espectadores, que lotaram o estádio ignorando totalmente a chuva que insistia em roubar a cena. Esse recorde, ainda não quebrado, de público numa partida a céu aberto é o marco inicial de um vôlei praticado com organização e com marketing esportivo de resultado, que transformou a modalidade no segundo esporte mais popular entre nós.
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