terça-feira, 12 de julho de 2011

Santos sediará próxima etapa do Congresso Estadual Lei de Incentivo, Gestão e Marketing


A Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, em parceria com a ABRAESPORTE e ABRIESP, realizará o Congresso Estadual de Lei de Incentivo, Gestão e Marketing, em Santos (SP), no próximo dia 15 de julho.

O evento, de grande interesse para patrocinadores, empresas, gestores de clubes, academias e profissionais de educação física, reunirá palestrantes de sucesso no marketing esportivo, planejamento, eventos, patrocínios e gestão de lei de incentivo.

As palestras abordarão temas como a Indústria do Esporte e a Oportunidade do Momento de Megaeventos como Copa 2014 e Jogos Olímpicos 2016, Ativação da Marca e Perspectivas da Lei de Incentivo ao Esporte para os Patrocinadores.Confirme presença no evento que vai preparar você para os novos desafios do esporte brasileiro.

CONGRESSO LEI DE INCENTIVO, GESTÃO E MARKETING

Santos – SP
Dia 15 de julho, sexta-feira – a partir das 8 horas
Auditório da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Santos
Rua Dr Artur Assis, 47 – Boqueirão - Santos – SP

Inscrições gratuitas: www.celie.com.br – Tel.: 11 3073 – 0939

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Ou dá ou desce. A orgia dos 1.000 dias mais caros que o Brasil já viveu


Por José Estevão Cocco
Faltam 1.000 dias para as obras da Copa 2014 ficarem prontas de acordo com os cronogramas da FIFA, sem considerar a Copa das Confederações.
Serão os 1.000 dias mais caros que o Brasil já presenciou durante todos os tempos. E olha que muitos absurdos já ocorreram neste país.
Mais caro para a Nação e todos os cidadãos pagadores de impostos.Tudo o que não foi feito durante pelo menos oito anos, com planejamento, honestidade de propósitos, disputas políticas irresponsáveis, e outros interesses menos confessáveis, terá que ser feito mal e porcamente por preços aviltantes e revoltantes para nós cidadãos.
Tudo o que as grandes construtoras ajudaram a empurrar para a última hora, os nossos governantes assistiram acuados e desatinados.Infelizmente, como o previsto, não deu tempo. Aliás, trabalharam brilhantemente para não dar tempo. Atividades urgentes custam muito mais caro. Custam preços extorsivos. Desde a compra de materiais e serviços até as jornadas de trabalho diuturnas. Ou dá ou desce.
Anos atrás, coincidentemente quando faltavam exatamente 2014 dias para a Copa no Brasil, fiz uma palestra em importante evento realizado no Anhembi, dividindo a mesa com o então secretário de esportes do estado de São Paulo e o presidente da SPTuris, onde manifestei a preocupação com o  atraso do Brasil em relação os preparativos para a realização da Copa  de 2014.
Desde essa época, venho acompanhando, atonitamente, as idas e vindas das autoridades, dos fornecedores, dos aproveitadores e, consequentemente, das cidades e estados sedes. Todas as culpas e ineficiências são jogadas em cima das "exigências da FIFA", que nesse episódio é a única das partes a ter tudo claro e explícito, desde a negociação para realização do magno evento no Brasil.
É como assistir a um teatro do absurdo.
Se o governo sentiu que estava sendo pressionado (para não usar termo mais agressivo) pelo mercado, por que não abriu concorrência internacional provocando disputa séria e honesta no mercado. Ao contrário, deixou chegar a tal situação, que precisou criar a famigerada RDC aos 48 minutos do segundo tempo.
Se este espaço permitisse poderíamos nos deter sobre inúmeros outros exemplos.
Um recente exemplo que está para ser atentado sobre os cidadãos paulistanos: o benefício fiscal (dinheiro dos cidadãos dados como fundo perdido) de R$ 420.000.000,00 para preparação de um estádio particular sediar a abertura da Copa.
Diz claramente o presidente do Corinthians que esse valor é para adaptar o estádio de Itaquera para a abertura da Copa. Se não precisar dessa adaptação, o Corinthians faz o seu estádio sozinho, somente com o financiamento do BNDES, também totalmente subsidiado pelos brasileiros pagantes de impostos, diga-se.
É um acinte. O estádio do Morumbi precisava praticamente da metade desse valor para adaptar o estádio para a abertura da Copa.
Qual a razão dos governantes da cidade não terem se empenhado da mesma forma? Explica aqui para este eleitor idiota que votou nesse governante.
E os estádios do Palmeiras e do Pacaembu que seriam alternativas e também custariam muito menos do que isso?
Sob o ponto de vista do marketing, São Paulo não precisa da Copa. Nosso parque hoteleiro está com plena ocupação, nossa imagem internacional é de um estado pujante, tecnologicamente desenvolvido, paga os melhores salários, tem um comércio desenvolvido, uma indústria importante, um setor de serviços respeitado, as maiores e mais qualificadas audiências em mídia, os maiores patrocinadores, a propaganda mais premiada, as melhores estruturas de feiras e exposições entre centenas de outros exemplos. O maior destino internacional dos vôos nacionais e internacionais é São Paulo.
Os outros estados, praticamente não precisam aumentar seus aeroportos, diferentemente de São Paulo. As obras que São Paulo precisa não são para a Copa 2014, são para agora.
E sem compactuar com a orgia dos 1.000 dias.
José Estevão Cocco: Presidente da Abraesporte - Academia Brasileira de Marketing Esportivo

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Inscrições para a Formação Sports Coaching - Programa dos Campeões vão até o dia 26 de junho


A formação, conhecida na Europa como o Programa dos Campeões, será realizada nos dias 18, 19 e 20 de julho, no auditório da J.Cocco, em São Paulo.

A J.Cocco Sportainment Strategy e a Quest Soluções para o Desporto trazem, pela primeira vez, para o Brasil o Programa de Formação Sports Coaching, que já formou mais de 200 profissionais só em Portugal. O Sports Coaching visa o desenvolvimento da capacidade de treinar equipes, assumindo o controle sobre os resultados mentais e emocionais dos seus membros/atletas

O público-alvo é formado por treinadores, dirigentes e pessoas que buscam atingir a excelência profissional, dominando ferramentas de alto impacto mental e emocional. O Sports Coaching será ministrado por Pedro Sousa Vieira, especialista europeu em Programação Neuro Lingüística (PNL), coach de vários clubes de futebol, de atletas profissionais e autor do livro “SPIDER – Como definir objetivos irresistíveis”.

“Entendemos que esta formação será um sucesso no Brasil pois o que o Pedro Vieira tem para ensinar vai causar real impacto na melhoria de resultados dos formandos”, afirma Ricardo Balbeira, CEO da Quest, a propósito da realização do programa Sports Coaching em São Paulo.

“O desporto brasileiro está numa fase de crescimento dado o investimento em grandes eventos que, consequentemente, exigem a profissionalização dos quadros gestores. A Quest pretende ajudar nesse processo, fazendo-se valer da sua experiência no âmbito da formação de executivos relacionados com o desporto e de formadores com experiência em eventos de sucesso como foi a nossa Euro 2004. Pretendemos que a formação em Sports Coaching faça sucesso e que seja uma de muitas a serem desenvolvidas no Brasil em parceira com a J.Cocco”, concluiu.

Serviço

Formação Sports Coaching - Programa dos Campeões
Inscrições até 26 de junho de 2011
Dias 18, 19 e 20 de julho, no auditório da J.Cocco Sportainment Strategy. R.: Geraldo Flausino Gomes, 61 - 2o. andar
CEP 04575-060 - Brooklin - São Paulo - SP
Mais informações: www.sportscoaching.com.pt

quinta-feira, 16 de junho de 2011

PROMO TENDÊNCIAS DA AMPRO/NORDESTE DEBATE MARKETING ESPORTIVO

José Cocco vai mostrar potencial do Sportainment

O marketing de entretenimento é o segmento que mais cresce no mundo, hoje movimentando mais de um trilhão de dólares/ano, desse montante 35% corresponde a investimentos em marketing esportivo.

O Sportainment é o foco principal da palestra de José Cocco, no Promo Tendências, o Encontro Nordeste do Marketing promocional a ser realizado no Litoral Norte de Salvador de 15 a 17 de julho próximos. O evento reúne grandes nomes do marketing promocional com o objetivo de se avaliar as potencialidades da região para as empresas do setor.

Na sua palestra José Cocco, que é Diretor-presidente da J.Cocco Sportainment Strategy, Presidente da Academia Brasileira de Marketing Esportivo-Abraesporte e Conselheiro da Ampro, vai ilustrar o que representa o marketing esportivo em termos de motivação para os consumidores, através de "cases".

Para Cocco, a Copa do Mundo de 2014 e as olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016, são a bola da vez: "É uma grande oportunidade para as empresas de marketing promocional. São elas que farão a ativação dos patrocínios. Fazendo valer o seu conhecimento de mercado e de suas características regionais. Esses eventos vão movimentar muito dinheiro. Vou mostrar números para ilustrar essa perspectiva".

O Promo Tendências Nordeste, organizado pelo capítulo Nordeste da Ampro, contará ainda com a participação de Guilherme Prado, Presidente da Ampro Nacional; Paulo Focaccia, assessor jurídico da entidade; Jorge Medauar, Diretor da Total on Demand; Mentor Muniz Neto, Diretor de Criação e sócio da Bullet e Adilson Mota, Diretor de Criação do Banco de Eventos. Informações e inscrições para o evento podem ser solicitadas através do telefone 71 3451 1723 e 71 8122-5061.

Fonte: Bahia Já

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Gol do sportainment!

A importância do marketing esportivo nos veículos de comunicação versus valor de mercado dos patrocínios

Por José Estevão Cocco para a Revista Marketing – maio 2011

Uma das indústrias que mais crescem no mundo é a do entretenimento. Quanto maior a capacidade ociosa das pessoas mais entretenimento consomem. E dentro do entretenimento o segmento mais importante é o esporte.
A indústria do "sportainment" é uma das mais importantes para uma nação: ela atende praticamente todos os segmentos da sociedade: indústria, comércio e serviços; patrocinadores e anunciantes; atletas, técnicos e dirigentes; população; governo; mídia; clubes, federações, confederações e ligas desportivas. É de extremo interesse da mídia.

Em épocas de Copa do Mundo, Jogos Olímpicos, Panamericanos entre outros, temos mais de 10 canais de televisão, a maioria com 24 horas de programação esportiva. Em outros períodos temos permanentemente sete ou oito emissoras com 24 horas de esporte.

Soma-se aí todos os espaços e horários das emissoras dedicados ao esporte. Jornalismo, "mesas redondas", programas especiais, boletins, entrevistas e assim por diante, que tornam o esporte um dos produtos mais cobiçados pela televisão. Não falamos ainda de Rádio, Jornal, Revista, Internet e todos os outros veículos.
Pelos levantamentos de mercado e bancos de dados da J.Cocco, em 2010 foram colocados no mercado e comercializados em patrocínios, R$ 3,1 bilhões, sendo mais de um terço para futebol.

Só na televisão, o espaço ocupado anualmente pelo esporte vai além de R$ 30 bilhões, totalizando 33.500 horas no ar. 51% são preenchidos pelo futebol em horas e 60,7% em reais.

Daí a competição forte entre as emissoras pelo futebol.

Vamos a um exemplo das razões desse grande interesse.
Em 1982, através de nossa empresa, PromoAção - em sociedade com José Francisco Coelho Leal e Luciano do Valle - firmamos um contrato com a Rede Record para montar e operacionalizar um programa de entretenimento esportivo cujo nome era Show do Esporte, posteriormente transferido para a Rede Bandeirantes.
Como detínhamos todos os direitos do então nascente voleibol, resolvemos utilizar a exclusividade com a Record.

Com a competência da PromoAção e a dedicação da Record, o Show do Esporte e o vôlei alavancaram a audiência da Record de forma extraordinária chegando a incluir novas emissoras na rede. Em declarações da época, Paulinho Machado de Carvalho, festejava a aposta da Record no esporte.

Entre os eventos realizados, o Grande Desafio, jogo entre as seleções Brasileira e Soviética realizado no estádio do Maracanã, se tornou um dos pontos altos do marketing esportivo então engatinhando.

No ano seguinte, 1984, consegui costurar a primeira rede de redes de televisão para transmissão do calendário anual do vôlei nacional: Rede Globo, Rede Record, Rede Band, Rede Manchete que, juntas, pagaram um valor maior do que só uma e todas tiveram resultados de audiência e receita compatíveis com seus esforços e cobertura, assim como o próprio voleibol teve uma grande visibilidade, assim como seus patrocinadores e clubes.

Nesse episódio, tivemos duas grandes experiências de comercialização de direitos esportivos: com e sem exclusividade.

Mesmo dividindo com as outras redes, a Rede Globo teve uma participação notável, com os horários dos jogos dentro da sua grade de programação e sua absoluta qualidade de transmissão.

Mas o importante é que o ano de exclusividade permitiu à Record ampliar seu poder de chamada, conquistar novos e importantes patrocinadores, alavancar a audiência média e conquistar outras emissoras para a sua rede.
No futebol, dada a sua importância no Brasil, o cacife dos clubes e seleções, torna muito mais complicada a negociação.

Está muito claro, "na ponta do lápis", que os valores oferecidos pelos direitos do Campeonato Brasileiro de Futebol Série A não são suportados pelo mercado anunciante. Para um valor de aquisição dos direitos anuais da ordem de R$ 500 milhões/ano (7 meses de evento), a emissora que desembolsar esse valor vai ter que escriturar na rubrica de investimentos. Com certeza, não vai conseguir comercializar - seriam necessárias várias cotas no valor bruto de mais de R$ 230 milhões. Mesmo aumentando com o futebol, o valor médio do GRP da maioria das emissoras não comporta esse valor. Se for para comprar os direitos e posteriormente negociar com outras redes, que é o que a Globo faz atualmente com a Rede Band, ou apenas para inflacionar os valores pagos pela atual detentora dos direitos, é uma outra análise baseada em estratégia de marketing e concorrencial das emissoras. Além de tudo, o valor do pacote de futebol da Rede Globo compreende a entrega de vários outros jogos da seleção brasileira, Copa América, Libertadores, Subs e Campeonatos Regionais, além do Campeonato Brasileiro série A. Podemos creditar o valor do Brasileirão no pacote em menos de 2/3 do total.

Isso tudo quer dizer que o futebol só é viável na Rede Globo?

Absolutamente não. Só que, para as outras emissoras, deixa de ser um negócio em si para ser investimento. Investimento estratégico para alavancar audiências nas transmissões diretas, aumentar o poder das chamadas, incrementar audiência no restante da programação, neutralizar parcialmente as novelas - a RedeTV! divulgou que o futebol seria a sua novela - enfim ter um start potente na corrida pela audiência e formação de rede com cobertura nacional plena. A análise de investimento é completamente outra. Em quanto tempo retorna, viabilidade, custo etc. No caso em análise, caso a emissora tenha capacidade financeira e econômica para tanto, entendo ser uma estratégia válida.

Sou altamente favorável à quebra de exclusividade total. Com mais emissoras transmitindo, o futebol e seus patrocinadores diretos têm maior presença, maior cobertura, maior atendimento do interesse dos torcedores, maior segmentação da audiência, maior chance para os clubes de menor torcida, entre muitas outras vantagens sobre a exclusividade total. Os exemplos da NFL, NBA e outras ligas americanas e européias são altamente significativos no quesito exclusividade. Os eventos são divididos em vários pacotes "exclusivos".

Para os patrocinadores, a visibilidade das transmissões ao vivo é apenas uma parte da visibilidade total nas grades das emissoras.

A visibilidade através de comerciais e presença nas chamadas durante toda a programação, nos programas jornalísticos, shows, programas esportivos, reportagens é que complementam a presença das marcas no vídeo das emissoras. E essa visibilidade é altamente variável de acordo com a audiência média e cobertura de cada emissora.

Existem emissoras que para justificar os valores cobrados dos patrocinadores por pacotes de patrocínio de Copa do Mundo ou Jogos Olímpicos fazem a entrega de comerciais durante 2 anos em média após o evento. Essa condição não pode ser feita com patrocínio de campeonato anual.

Mesmo na Rede Globo, o futebol já não tem a audiência de alguns anos atrás. Vem caindo ano a ano. Tem ainda a concorrência dos campeonatos e eventos europeus. Essa realidade aumenta, ainda mais, a importância da audiência média das emissoras.

Logicamente, o mercado não é tão simples e matemático quanto somente os números descritos neste artigo. Existe uma série de enfoques políticos e objetivos estratégicos que precisam ser considerados, interesses outros, políticos ou comerciais que precisam entrar na análise.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Ampro Nordeste realiza evento para avaliar oportunidades na região

A Associação de Marketing Promocional – Capítulo Nordeste (Ampro/Nordeste) vai realizar de 15 a 17 de julho próximo, a sua I Convenção anual, este ano realizada num dos mais badalados resorts do Litoral Norte de Salvador. O objetivo da Convenção, segundo Djanira Dias, presidente da Ampro/Nordeste, “é fortalecer o Marketing Promocional na região que ostenta hoje os maiores índices de crescimento do PIB no país, avaliando o seu potencial a curto e médio prazo”. A este respeito Djanira lembra que “a Copa do Mundo de 2014 tem quatro cidades-sedes no Nordeste: Salvador, Recife, Natal e Fortaleza. Uma excelente oportunidade para ações de ativação das marcas e produtos que vão associar a sua imagem ao evento”.

A convenção da Ampro, cujo público alvo é formado por empresários e profissionais do Marketing Promocional e ainda, fornecedores do segmento e outros prestadores de serviços afins, contará com a participação como expositores de Guilherme Prado, presidente da Ampro Nacional; Paulo Focaccia, assessor jurídico da entidade; José Estevão Cocco, presidente da J. Cocco Sportainment Estrategy; Jorge Medauar, diretor da Total on Demand; Mentor Muniz Neto, diretor de Criação e sócio da Bullet e Adilson Mota, diretor de Criação do Banco de Eventos.

Marketing esportivo, marketing de incentivo, administração das empresas do setor, tributação e legislação e criação no contexto do Marketing Promocional são os temas a serem abordados pelos palestrantes convidados. Na oportunidade será discutido também um plano de pesquisa da Ampro/Nordeste.

Informações e inscrições para o evento podem ser solicitadas através do telefone (71) 3451- 1723 e (71) 8122-5061 e no Twitter: @ampronordeste.

FIPTUR COPA 2014 em Recife encerra com aplausos

O secretário Especial da Secopa-PE e Mário Moysés foram palestrantes que trouxeram novas e importantes informações sobre o andamento dos trabalhos dos Governos Federal e Estadual para a Copa

Na segunda edição, o evento Fiptur Copa 2014 realizado pelo Ficet, CBC&VB e Recife Convention & Visitors Bureau, mostrou que é um evento maduro e consolidado no debate e discussão dos temas ligados a produção,organização e promoção da Copa da Fifa a ser realizada no Brasil. O público presente, formado apenas por empresários dos setores interessados neste mega evento, ouviram palestras e debates de temas dos seus interesses empresariais. Uma das primeiras propostas do Fiptur Copa é, discutir de que forma a iniciativa privada vai ser inserida nos projetos da Copa, e quais as oportunidades que dela surgirão.

Já na primeira palestra do presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Mário Moysés, percebia-se que os empresários participantes absorviam os dados e preciosas informações sobre os projetos de Marketing, Promoção e Divulgação que a Embratur desenvolveu para trazer turistas para o Brasil durante a Copa, mas, segundo o presidente do Instituto, este projeto ultrapassa a Copa e a Olimpíada.Mário Moysés foi minucioso e didático ao dissertar sobre o tema.“As belezas naturais e cultura da região apresentam-se como verdadeiros diferenciais e são os principais pontos promovidos pela Embratur em suas campanhas promocionais no exterior, seja em publicidade ou através das mídias digitais. Também destacamos as peculiaridades nordestinas, a exemplo dos eventos festivos de São João, pouco conhecidos fora do Brasil”, disse.

A partir daí, foi um verdadeiro desfile de palestrantes e debatedores abordando temas totalmente pertinentes com os interesses dos ouvintes. Esta importância pode ser medida pela opinião do presidente do Recife CVB, Paulo Meneses. “Eu precisava sair para resolver alguns compromissos, mas os temas era tão bons, que me prendeu neste auditório os dois dias inteiros”, comentou. Está não foi só a opinião de Menezes. De acordo com o sub-secretário de turismo de Pernambuco, Hamilton Falcão, “nos últimos dez anos não havia assistido uma palestra tão boa e rica quanto a de José Cocco”. Executivo da Jcocco, José Cocco fez a palestra mais comentada sobre Marketing Esportivo nos Tempos de Mega Eventos.

Outros destaques foram Jay Neuhaus, diretor de marketing da Fica, que tirou a curiosidade do público sobre o que pode e o que não pode dentro do caderno de encargos da Fifa, e Paul Whelan da Match Service que abordou do assuntos hospedagens. Para palestrantes, debatedores e participantes foi um evento, onde todos sentiram que valeu a pena estar presente.

O Fiptur Copa 2014 teve o apoio do Recife Convention Bureau junto com o Sebrae, Setur-Recife, Setur-PE, Empetur e CHESF. Para a terceira edição, Salvador e Cuiabá são candidatas a realiza-lo no final de novembro e dezembro.

Fonte: BRASILTURIS

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