quarta-feira, 22 de setembro de 2010

COB e Confederações de Esportes Olímpicos distribuem nota à imprensa sobre MP do Alto Rendimento

Assessoria de imprensa do COB

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e as Confederações Brasileiras Dirigentes dos Esportes Olímpicos, após reunião realizada ontem (terça-feira, dia 21/09), data em que tomaram conhecimento do texto da Medida Provisória (MP) no 502, editada no dia 20 de setembro de 2010 e publicada no Diário Oficial do dia 21 do mesmo mês, vêm a público informar que:

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Lula assina MP que visa estimular esporte no país antes da Olímpiada

Uma das mudanças é no repasse de recursos da Lei Agnelo/Piva para as confederações esportivas

Fonte: Portal 2014

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta segunda-feira, 20, em Brasília, a Medida Provisória do Alto Rendimento, que tem como objetivo acelerar o desenvolvimento do esporte no país até os Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro.

A MP altera o repasse de recursos da Lei Agnelo/Piva para as confederações esportivas, cria novas categorias para o programa Bolsa Atleta e promove alterações nas regras já existentes.

O grande passo da Babolat

A badalada marca francesa de raquetes emplacou dois campeões do US Open. Detalhe: a companhia começou a fabricar o produto há menos de 20 anos

Por Redação da ISTOÉ - DINHEIRO

O espanhol Rafael Nadal, tenista número 1 do mundo, bate a bolinha no chão e se prepara para o saque. Levanta a pelota de 56 gramas, gira o braço e despeja uma força descomunal na raquete. Em menos de um segundo, a bola sai da inércia e alcança impressionantes 217 km/h. Só a física, é verdade, consegue explicar esse fenômeno com precisão. Mas a francesa Babolat, empresa que fornece as raquetes para Nadal e para outros esportistas, traduz esse movimento em poucas palavras: vendas em alta.

E, na semana passada, a companhia teve motivos de sobra para comemorar as “marretadas” de seus atletas. Nadal sagrou-se campeão na categoria masculina do US Open, um dos quatro torneios que formam o Grand Slam (os outros são Wimbledon, Roland Garros e Australia Open), a belga Kim Clijsters levou o troféu no feminino e o jovem americano Jack Sock ficou com o caneco nos juniores.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Não basta patrocinar, tem de ativar

Por Erich Beting – Máquina do Esporte

Uma das grandes chaves para que um patrocínio esportivo seja bem-sucedido e tenha repercussão na cabeça do consumidor é a ativação desse patrocínio. Não basta expor a marca na camisa de um time, no uniforme de um atleta ou num carro de corrida. O patrocinador tem de ir além, criando outras ações para relacionar o patrocínio com o consumidor.

Antes, geralmente a ativação de patrocínio significava um anúncio na mídia tradicional e ação de relacionamento com um consumidor mais privilegiado durante a realização do evento de seu patrocinado. Hoje, com a fragmentação da mídia, as possibilidades de ativação de um patrocínio tornaram-se muito maiores, às vezes mais baratas e quase sempre ligando diretamente o consumidor à marca e ao patrocinado.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Empresa ligada ao presidente da Fifa terá peso decisivo na escolha das subsedes para Copa 2014

Com um sobrinho de Blatter entre seus sócios, agência oficial de acomodação do Mundial mira cidades com potencial turístico elevado para recuperar dinheiro perdido na Copa da África. Mais de 200 cidades já oficializaram candidatura.

Por Marcel Rizzo e Paulo Passos - iG São Paulo

Empresa ligada ao presidente da Fifa, Joseph Blatter, terá papel importante na escolha das subsedes da Copa do Mundo de 2014, que será disputada no Brasil. A Match Services AG é a agência oficial de acomodação do Mundial e tem como um dos sócios Philippe Blatter, sobrinho do chefão da entidade máxima.

Os sócios tentarão recuperar o prejuízo que tiveram na África do Sul, quando menos ingressos e pacotes turísticos foram vendidos do que o projetado (o déficit foi confirmado por Jaime Byron, um dos proprietários, mas não foram divulgados números). A Match pagou à Fifa US$ 120 milhões (R$ 204 milhões) pelo direito de explorar o turismo nas Copas de 2010 e 2014.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Para empresas, governo tem de impulsionar arte marcial

Por: Rodrigo Capelo - Da Máquina do Esporte

Em meio às criticas de lutadores pela falta de patrocínios e à fragilidade das confederações de artes marciais no Brasil, a Bad Boy é das poucas empresas a patrocinar atletas. A empresa já estampou a marca nos calções de lutadores de MMA (artes marciais mistas, na sigla em inglês) e foca verba no apoio ao jiu-jitsu, mas para por aí.

"Se levarmos para o lado do marketing e medirmos quanto colocamos de dinheiro e quanto recebemos em retorno, essa conta não vale muito a pena", afirma o agente de licenciamentos da companhia, Roberto Reisstoller, à Máquina do Esporte. "Nós apoiamos muito mais para ajudar o esporte".

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails