sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Se for para felicidade geral da nação, a minha marca patrocina.


José Estevão Cocco

No último jogo da seleção brasileira de futebol, o Brasil inteiro percebeu a importância do esporte na vida de um povo.

Nos momentos esportivos, os torcedores vibram, gritam, extravasam alegria esquecendo, mesmo que por breves momentos, a situação do mundo, do país, deles próprios.

Circo para o povo? Muito longe disso. Belém viveu quase uma semana inteira de felicidade.

De breves momentos em breves momentos o sportaiment vai agregando valores às marcas a ele linkadas.

No episódio de Belém, as empresas presentes no estádio, fora dele, nos merchandisings, nos patrocínios de televisão, silenciosamente tiveram um grande upgrade nas suas marcas.

O Brasil inteiro se emocionou com um dos maiores corais do mundo cantando um hino nacional ao vivo.

Enquanto todos nós acompanhávamos emocionados e embevecidos o raro espetáculo, as câmeras registravam as presenças das diversas marcas em placas, camisas, faixas, semblantes tornando-as parte integrante da festa.

Que valor tem isso? Incomensurável.

Quando o espetáculo é adequado, bem organizado e divulgado, o resultado sempre aparece. A adequação independe da qualidade suprema. Em Belém foi um jogo com personagens coadjuvantes, conforme a crítica futebolística classifica. Mas foi na medida para o mercado local, que transferiu para todo o Brasil, Argentina e muitos outros países o emocionante espetáculo.

Imagine na Copa do Mundo.

José Estevão Cocco é Diretor-presidente da J.Cocco Sportainment Strategy, Presidente da Academia Brasileira de Marketing Esportivo, Conselheiro da Associação de Marketing Promocional, Membro da Academia Brasileira de Marketing e Idealizador e professor do Curso Sportainment Strategy – A Nova Geração do Marketing Esportivo.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Ou dá ou desce. A orgia dos 1.000 dias mais caros que o Brasil já viveu.


Por José Estevão Cocco
Faltam 1.000 dias para as obras da Copa 2014 ficarem prontas de acordo com os cronogramas da FIFA, sem considerar a Copa das Confederações.
Serão os 1.000 dias mais caros que o Brasil já presenciou durante todos os tempos. E olha que muitos absurdos já ocorreram neste país.
Mais caro para a Nação e todos os cidadãos pagadores de impostos. Tudo o que não foi feito durante pelo menos oito anos, com planejamento, honestidade de propósitos, disputas políticas irresponsáveis, e outros interesses menos confessáveis, terá que ser feito mal e porcamente por preços aviltantes e revoltantes para nós cidadãos.
Tudo o que as grandes construtoras ajudaram a empurrar para a última hora, os nossos governantes assistiram acuados e desatinados. Infelizmente, como o previsto, não deu tempo. Aliás, trabalharam brilhantemente para não dar tempo. Atividades urgentes custam muito mais caro. Custam preços extorsivos. Desde a compra de materiais e serviços até as jornadas de trabalho diuturnas. Ou dá ou desce.
Anos atrás, coincidentemente quando faltavam exatamente 2014 dias para a Copa no Brasil, fiz uma palestra em importante evento realizado no Anhembi, dividindo a mesa com o então secretário de esportes do estado de São Paulo e o presidente da SPTuris, onde manifestei a preocupação com o  atraso do Brasil em relação os preparativos para a realização da Copa  de 2014.
Desde essa época, venho acompanhando, atonitamente, as idas e vindas das autoridades, dos fornecedores, dos aproveitadores e, consequentemente, das cidades e estados sedes. Todas as culpas e ineficiências são jogadas em cima das "exigências da FIFA", que nesse episódio é a única das partes a ter tudo claro e explícito, desde a negociação para realização do magno evento no Brasil.
É como assistir a um teatro do absurdo.
Se o governo sentiu que estava sendo pressionado (para não usar termo mais agressivo) pelo mercado, por que não abriu concorrência internacional provocando disputa séria e honesta no mercado. Ao contrário, deixou chegar a tal situação, que precisou criar a famigerada RDC aos 48 minutos do segundo tempo.
Se este espaço permitisse poderíamos nos deter sobre inúmeros outros exemplos.
Um recente exemplo que está para ser atentado sobre os cidadãos paulistanos: o benefício fiscal (dinheiro dos cidadãos dados como fundo perdido) de R$ 420.000.000,00 para preparação de um estádio particular sediar a abertura da Copa.
Diz claramente o presidente do Corinthians que esse valor é para adaptar o estádio de Itaquera para a abertura da Copa. Se não precisar dessa adaptação, o Corinthians faz o seu estádio sozinho, somente com o financiamento do BNDES, também totalmente subsidiado pelos brasileiros pagantes de impostos, diga-se.
É um acinte. O estádio do Morumbi precisava praticamente da metade desse valor para adaptar o estádio para a abertura da Copa.
Qual a razão dos governantes da cidade não terem se empenhado da mesma forma? Explica aqui para este eleitor idiota que votou nesse governante.
E os estádios do Palmeiras e do Pacaembu que seriam alternativas e também custariam muito menos do que isso?
Sob o ponto de vista do marketing, São Paulo não precisa da Copa. Nosso parque hoteleiro está com plena ocupação, nossa imagem internacional é de um estado pujante, tecnologicamente desenvolvido, paga os melhores salários, tem um comércio desenvolvido, uma indústria importante, um setor de serviços respeitado, as maiores e mais qualificadas audiências em mídia, os maiores patrocinadores, a propaganda mais premiada, as melhores estruturas de feiras e exposições entre centenas de outros exemplos. O maior destino internacional dos vôos nacionais e internacionais é São Paulo.
Os outros estados, praticamente não precisam aumentar seus aeroportos, diferentemente de São Paulo. As obras que São Paulo precisa não são para a Copa 2014, são para agora.
E sem compactuar com a orgia dos 1.000 dias.
José Estevão Cocco: Presidente da Abraesporte - Academia Brasileira de Marketing Esportivo e da J.Cocco Sportainment Strategy

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Abraesporte quer evitar "paraquedistas" no segmento


Por Karan Novas – jornal propmark

Entidade pretende auxiliar na preparação de empresas de marketing esportivo

O marketing esportivo tem recebido, há pelo menos dois anos – ou desde que a decisão do País como sede da Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016 começou a amadurecer –, um sem-número de novos representantes, seja de empresas ou especialistas, de olho nas infinitas oportunidades que o mercado brasileiro proporcionará. Quem, porém, estará preparado para desenvolver um trabalho consistente, que vá além da superficialidade que muitos, ainda hoje, consideram a disciplina? “O que muitos não enxergam é que o marketing esportivo é, antes de qualquer coisa, marketing. Ele tem que ser encarado como tal, passar por todos os processos de marketing, e não se limitar ao oba-oba, às plaquinhas de merchandising e à estampa das marcas em uniformes de atletas”, alertou José Estevão Cocco, presidente da J.Cocco Comunicação Integrada de Marketing e da J.Cocco Sportainment Strategy.

O executivo é um dos pioneiros na exploração do esporte como ferramenta de marketing e, muito por isso, foi nomeado presidente da Abraesporte (Academia Brasileira de Marketing Esportivo), fundada exatamente para auxiliar na viabilização da profissionalização das atividades do marketing esportivo no País, dividindo com todos os envolvidos no processo – entre eles agências, anunciantes, patrocinadores, confederações, clubes, dirigentes e atletas, entre outros – as melhores práticas. A principal preocupação dos envolvidos de longa data com o segmento, segundo Cocco, é com os “paraquedistas”, que acreditam que o volume de negócios a ser gerado graças aos dois maiores eventos esportivos do mundo já é suficiente para gerar algumas cifras. “Muitos têm uma visão equivocada, ou pelo menos limitada, do que é o mar-
keting esportivo. Tem gente que patrocina modalidades esportivas sem saber se existe qualquer ligação ou pertinência com seu negócio, muito pelo despreparo próprio e do parceiro que o acompanha nessa jornada. Queremos que a Abraesporte tenha uma atuação de treinamento nesse sentido. Queremos mostrar que fazer marketing esportivo não é nada além de trabalhar o esporte exclusivamente sob o foco de marketing”, ressaltou Cocco.

Ferramentas

Pensando inicialmente em otimizar o planejamento e as estratégias de atuação de seus clientes, mas hoje estendendo a utilização para qualquer interessado, a J.Cocco Sportainment Strategy desenvolveu a Rank Sport Marketing. A ferramenta tem como meta reunir a maior quantidade de dados sobre as mais diversas modalidades esportivas praticadas no Brasil, com filtros e categorias que permitem descobrir como e onde um determinado anunciante deve investir para ter melhor retorno. “Alimentamos e atualizamos semestralmente a Rank Sport Marketing com toda a informação possível sobre 55 modalidades. Lá é possível conferir qual a visibilidade de cada uma delas, se há transmissão, quem são seus ídolos, qual é o público, quantas pessoas acompanham etc. Por aí é possível traçar um plano de mídia, de patrocínio, diversas ações baseadas no valor de cada verba e, principalmente, na pertinência em relação aos objetivos de cada marca”, detalhou Cocco.

Outras ferramentas, segundo o presidente da Abraesporte, também são fundamentais para uma análise mais aprofundada dos resultados – indo além da superficialidade atual no que diz respeito ao marketing esportivo, como a simples medição de valor de mídia espontânea. “Geralmente, a comprovação de alguma ação de marketing esportivo é baseada exclusivamente no clipping, na presença em veículos, mas de nada serve aparecer amplamente na mídia se for com uma conotação negativa, por exemplo. Para nossos clientes, realizamos um trabalho qualitativo para medir a percepção sobre a marca antes e depois de qualquer evento, usando ferramentas como a PhotoMind, que auxilia nesse sentido. O que interessa após uma ação ligada ao esporte, como em qualquer ação, é o recall, o que ficou na cabeça do público e o que ele entendeu em relação à marca”, alertou.

Ídolos

Cocco acha que há muito de positivo na presença de grandes ídolos do esporte em novas – ou renovadas – empreitadas no marketing esportivo. Porém, alerta que a simples figuração ou exploração da imagem de um campeão, sem uma base profissional aplicada ao próprio ou por trás dele, pode significar uma morte anunciada. “O ídolo é a primeira ferramenta que um esporte deve ter para ser notícia, para ter evidência. Porém, é preciso lembrar que, quando falamos do marketing, o esporte é um plano – e deve ser tratado como tal. Ter um grande nome do esporte participando de uma operação atrai visibilidade e novos negócios, mas é necessário que haja, por trás dele, uma estrutura especializada que conheça muito bem o mercado e saiba como explorar de forma positiva essa vitrine”, acredita o presidente da J.Cocco.

Pro2014

Diante de todas as marcas possíveis registradas no Brasil com qualquer ligação com o número 2014 pela Fifa, a Abraesporte conseguiu licenciar a marca Pro2014, que será utilizada para a realização de um plano que tem como meta realizar um projeto em nível nacional, que una, prepare e assessore empresas para atuação regional. “Queremos capacitar as empresas para oferecer uma espécie de consultoria local em relação às oportunidades trazidas pela Copa do Mundo. Serão 12 cidades-sede, mas como as mais de 5 mil do nosso território podem se beneficiar com o evento. Algumas terão o turismo como carro-chefe, enquanto outras podem ser grandes fabricantes de brindes, por exemplo. Nossa missão será aplicar nosso modelo de trabalho, fazer com que as receitas e métodos aprovados na Abraesporte sejam replicados em todo o Brasil”, contou Cocco.

Futuro

A preocupação da Abraesporte com os “paraquedistas” citados anteriormente é muito mais presente que futura. Na opinião de Cocco, a multiplicação de empresas ou recém-especialistas no marketing esportivo deve ser como aconteceu há pouco menos de duas décadas com o marketing promocional, que apareceu como solução de todos os problemas, mas, com o passar do tempo, manteve apenas aqueles que se adequaram a um modelo pertinente e efetivo de trabalho. “Não se discute se é certo ou errado criar tantos departamentos específicos dentro das grandes agências, ou mesmo novas operações. O que a gente acredita é que a espuma que se faz atualmente é muito grande, como na exploração dos grandes ídolos, mas é preciso ter cuidado para não gerar mais marca própria que faturamento”, aconselhou.

O legado, na opinião do executivo, é o principal – e, para ele, deve ser repleto de pontos positivos. “Em 2017, teremos melhores estruturas, não só em estádios, mas em tudo que cerca a prática esportiva, como de locais para receber grandes seminários, fóruns etc. Também teremos agências e profissionais mais qualificados, veículos mais preparados e, principalmente, anunciantes e patrocinadores mais envolvidos e conscientes em relação ao negócio”, finalizou Cocco.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Especialista europeu em Scouting no Futebol realizará curso inédito em São Paulo


Rui Gomes de Oliveira, consultor do Fundo “Benfica Stars Fund”, vem ao Brasil para ministrar um curso de Scouting no Futebol na cidade de São Paulo. A formação, agendada para os dias 8, 9 e 10 de dezembro, é promovida pela empresa portuguesa QUEST – Soluções para o Desporto e pela J. Cocco Sportainment Strategy. A QUEST é líder de mercado em Portugal na promoção de formações de alto nível, tendo formado mais de 500 especialistas em diferentes âmbitos.

As edições anteriores da Formação de Scouting no Futebol realizadas em Portugal foram pioneiras na Europa, reunindo representantes dos principais clubes portugueses. “O Rui Oliveira vai passar aos formandos brasileiros as técnicas e estratégias state-of-art em nível mundial sobre a temática do Scouting no Futebol. Os alunos vão aprender a observar e detectar talentos, a estruturar e organizar departamentos de Scouting e a utilizar as tecnologias mais recentes de análise de jogo”, informa Ricardo Balbeira, da QUEST. Rui Oliveira tem mais de 20 anos de experiência nessas matérias, estando, desde o início, ligado a grandes clubes de futebol como o Sport Lisboa e Benfica.

Esta formação de alto nível é dirigida a Scouts, Agentes, Olheiros, Treinadores, Coordenadores de Departamento de Formação e Futebol de Clubes e a todos aqueles que desenvolvem atividade neste âmbito em específico.

As inscrições já estão abertas e poderão ser solicitadas pelo e-mail scouting@jcoccosport.com.br .

Mais informações em www.quest.com.pt .

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Sony dará continuidade ao Xperia Hot Shots


Devido ao enorme sucesso alcançado, a campanha em mídia social Xperia Hot Shots, utilizada pela Sony Ericsson para ativar seu patrocínio da WTA (Women’s Tennis Association), terá novas edições.

Focando na Xperia, a linha de smartphones da empresa, o Xperia Hot Shots seguiu 6 promissoras jogadoras ao redor do mundo e encorajou os fãs a votarem em sua favorita, via YouTube e Facebook.

Com 3 milhões de visualizações no YouTube e mais de 800.000 fãs no Facebook, além de 140.000 downloads de seu aplicativo para smartphone, a ação atraiu grande número de novos conhecedores para a marca.

Veja o site e conheça a vencedora clicando aqui.

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Inscrições abertas para a SuperCopa São Judas de Vôlei 2011

Torneio, patrocinado pela Universidade São Judas, terá início em setembro e vai premiar colégios com notebooks e viagem de formatura. 

A J.Cocco Sportainment Strategy realizará, no período de setembro a novembro, a SuperCopa São Judas de Vôlei 2011. Com inscrições abertas até o dia 9 de setembro, a competição, patrocinada pela Universidade São Judas, reunirá 64 equipes masculinas e femininas com alunos/atletas de idades entre 15 e 20 anos. A competição faz parte da Campanha Vestibular São Judas 2012 criada pela J.Cocco.

 Com o apoio da Federação Paulista de Volleyball, o torneio será disputado, em cinco etapas, no mesmo período do Campeonato Paulista de Vôlei – Divisão Especial e os jogos finais serão disputados nas mesmas datas das partidas dos profissionais. Assim, os alunos/atletas terão a oportunidade de frequentar a mesma quadra com alguns campeões olímpicos.

 Todas as equipes dos colégios participantes, inscritas e classificadas para a primeira fase, receberão gratuitamente um kit formado por uma bolsa, 24 camisas de jogo (12 escuras e 12 claras), 24 calções de jogo (24 escuros e 24 claros), duas bolas de vôlei, dois exemplares do Regulamento, quatro jogos de súmulas de jogo, 20 fichas de inscrição e 10 formulários de Relação de Atletas.

 Premiação para equipes e colégios

 A premiação da SuperCopa São Judas de Vôlei 2011 será feita da seguinte forma:
a) Medalhas: aos alunos/atletas classificados em 1º e 2º lugares.
b) Troféus: para as equipes que conquistarem o 1º lugar em cada categoria.
c) Dois Notebooks para as unidades escolares das equipes campeãs de cada categoria.
d) Dois Notebooks para as unidades escolares das equipes vice-campeãs de cada categoria.
e) Prêmio Formatura: as equipes campeãs de cada categoria receberão o Prêmio Formatura composto de 40 pacotes de viagem Camp Day.

 Ao patrocinar a SuperCopa de Vôlei, a Universidade São Judas tem como objetivo promover a integração sócio-esportiva entre atletas, professores, escolas e comunidade; estimular o desenvolvimento técnico e esportivo entre os participantes; despertar o interesse pela prática da atividade física, esportiva e recreativa; e revelar novos talentos.

 Serviço

SuperCopa São Judas de Vôlei 2011 
Setembro a novembro de 2011
Categorias masculina e feminina
Idade de 15 a 20 anos
Inscrições gratuitas: www.voleisaojudas.com.br
Informações: 11 3755 0908, com Claudia - claudia@jcocco.com.br

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Especialista português em Scouting no Futebol realizará curso inédito no Brasil


Rui Gomes de Oliveira, consultor do Fundo “Benfica Stars Fund”, vem ao Brasil para uma formação em Scouting no Futebol na cidade de São Paulo. A formação, agendada para os dias 8, 9 e 10 de dezembro, é promovida pela empresa portuguesa QUEST – Soluções para o Desporto e pela J. Cocco Sportainment Strategy. A QUEST é líder de mercado em Portugal na promoção de formações de alto nível, tendo formado mais de 500 especialistas em diferentes âmbitos.

As edições anteriores da Formação de Scouting no Futebol realizadas em Portugal foram pioneiras na Europa, reunindo representantes dos principais clubes portugueses. “O Rui Oliveira vai passar aos formandos brasileiros as técnicas e estratégias state-of-art em nível mundial sobre a temática do Scouting no Futebol. Os alunos vão aprender a observar e detectar talentos, a estruturar e organizar departamentos de Scouting e a utilizar as tecnologias mais recentes de análise de jogo”, informa Ricardo Balbeira, da QUEST.  “O Rui Oliveira tem mais de 20 anos de experiência nessas matérias, estando, desde o início, ligado a um grande clube de futebol que é o Sport Lisboa e Benfica” – acrescentou.

Esta formação de alto nível é dirigida a Scouts, Agentes, Olheiros, Treinadores, Coordenadores de Departamento de Formação e Futebol de Clubes e a todos aqueles que desenvolvem atividade neste âmbito em específico.

As inscrições estão já abertas e poderão ser solicitadas pelo e-mail scouting@jcoccosport.com.br .

Mais informações em www.quest.com.pt .

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