Por Marcos Estevão Cocco
Depois de muito ler, pesquisar, analisar, comparar, conversar etc. você se decide: vou usar o marketing esportivo. Você decide agregar à marca de sua empresa as qualidades emocionais do esporte, reforçando seu vínculo com os clientes/consumidores e buscando conquistar novos.
Mas, e aí? Qual esporte escolher? São centenas de opções, cada qual com suas particularidades, prós e contras, alcances e emoções diferentes.
Para investir numa programação de mídia, por exemplo, estão à disposição informações sobre cobertura, audiência, qualificação da audiência, afinidade, custo por mil etc., com as quais a empresa pode decidir onde aplicar sua verba, em qual emissora, qual programa, qual revista e assim por diante.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Construir novos estádios de luxo é entregar circos de luxo para uma população carente de educação, transporte e outros luxos.
Por José Estevão Cocco
Texto publicado no Portal 2014, em 17 de junho de 2010.
Como o próprio presidente da CBF e do COL diz, a Copa do Mundo FIFA não pode ficar sem São Paulo.
Portanto, de alguma forma ou de outras, São Paulo não ficará fora da Copa do Mundo de 2014.
A importância econômica da cidade lhe dá o cacife de poder negociar com a FIFA assim como fazem as cidades e países importantes e sérios.
São Paulo pode tranquilamente ficar sem a Copa. Não vai perder nada com isso. Não precisa fazer investimentos temerários e seguramente sem retorno. Os turistas chegarão em São Paulo de qualquer forma, vindos diretos do exterior ou de outras sedes da Copa no Brasil.
Ao contrário, a FIFA precisa dar aos seus decantados sócios e patrocinadores explicações de ficar fora de São Paulo por problemas políticos. O mercado paulista é tão importante para os patrocinadores e investidores que a própria Rede Globo não transmite finais da Libertadores sem times paulistas.
A FIFA e o COL têm tanta consciência disso que afirmam publicamente que a Copa não pode ficar sem São Paulo.
Texto publicado no Portal 2014, em 17 de junho de 2010.
Como o próprio presidente da CBF e do COL diz, a Copa do Mundo FIFA não pode ficar sem São Paulo.
Portanto, de alguma forma ou de outras, São Paulo não ficará fora da Copa do Mundo de 2014.
A importância econômica da cidade lhe dá o cacife de poder negociar com a FIFA assim como fazem as cidades e países importantes e sérios.
São Paulo pode tranquilamente ficar sem a Copa. Não vai perder nada com isso. Não precisa fazer investimentos temerários e seguramente sem retorno. Os turistas chegarão em São Paulo de qualquer forma, vindos diretos do exterior ou de outras sedes da Copa no Brasil.
Ao contrário, a FIFA precisa dar aos seus decantados sócios e patrocinadores explicações de ficar fora de São Paulo por problemas políticos. O mercado paulista é tão importante para os patrocinadores e investidores que a própria Rede Globo não transmite finais da Libertadores sem times paulistas.
A FIFA e o COL têm tanta consciência disso que afirmam publicamente que a Copa não pode ficar sem São Paulo.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Os números vitoriosos da FIFA
A Jabulani já está rolando nos gramados da África do Sul. Se por um lado, até o momento deste post, a bola oficial da Copa do Mundo balançou poucas vezes a rede, por outro a FIFA já comemora um saldo mais que positivo em termos de faturamento, que deverá chegar, ao final de 2010, a US$ 4 bilhões, no período dos quatro anos em que foram negociados os direitos de televisão para mais de 400 emissoras de todo o mundo e as propriedades de patrocínio para um seleto time de marcas com ambições globais (confira o post anterior). Esses números fazem parte de um estudo sobre as finanças da Copa realizado pela consultoria Crowe Horwath RCS. De acordo com o documento, os números da FIFA superam, com folga, os cerca de US$ 2,8 bilhões faturados na Copa de 2006, realizada na Alemanha e considerada uma das mais bem-sucedidas sob o ponto de vista da organização.
As emissoras de televisão, segundo projeção desse mesmo estudo, terão audiência global acumulada estimada em 30 bilhões de telespectadores ao longo das 64 partidas, que serão transmitidas até 11 de julho, dia da grande final. Os números se aproximam dos 29 bilhões alcançados em 2002, quando todo o mundo ocidental teve que acompanhar a maior parte da primeira Copa na Ásia de madrugada, em casa e longe das aglomerações, atualmente oficializadas “Fan Fests”. Assim, um maior número de aparelhos de TV foram ligados, explicando em parte por que apenas 26 bilhões acompanharam a Copa da Alemanha, há quatro anos. Em 2002, o Brasil teve uma participação de 7% na audiência acumulada, ficando atrás apenas dos chineses, com 15%. Acredita-se que esse foi um dos nossos grandes trunfos para conquistar o direito à Copa 2014. Vale lembrar que os direitos de televisão correspondem a quase 75% do faturamento da FIFA.
As emissoras de televisão, segundo projeção desse mesmo estudo, terão audiência global acumulada estimada em 30 bilhões de telespectadores ao longo das 64 partidas, que serão transmitidas até 11 de julho, dia da grande final. Os números se aproximam dos 29 bilhões alcançados em 2002, quando todo o mundo ocidental teve que acompanhar a maior parte da primeira Copa na Ásia de madrugada, em casa e longe das aglomerações, atualmente oficializadas “Fan Fests”. Assim, um maior número de aparelhos de TV foram ligados, explicando em parte por que apenas 26 bilhões acompanharam a Copa da Alemanha, há quatro anos. Em 2002, o Brasil teve uma participação de 7% na audiência acumulada, ficando atrás apenas dos chineses, com 15%. Acredita-se que esse foi um dos nossos grandes trunfos para conquistar o direito à Copa 2014. Vale lembrar que os direitos de televisão correspondem a quase 75% do faturamento da FIFA.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
O seleto time dos FIFA Partners e suas ações no Brasil
Fonte: Robert Galbraith, do Meio e Mensagem
Do time de patrocinadores globais da Copa do Mundo, realizada a cada quatro anos pela FIFA, apenas seis delas têm o status de Fifa Partner, com o direito de associar suas marcas a todas as competições. São elas: Adidas, Coca-Cola, Emirates, Hyundai, Sony e Visa, todas com compromisso renovado até a Copa 2014, no Brasil. Há um time intermediário de marcas globais e de cotistas locais do país sede que tem permissão de associação apenas com a Copa do Mundo. Essas cotas de patrocínio representam, em média, US$ 250 milhões por ano, um quarto do valor total.
Com o sucesso comercial da Copa de 2010 garantido, a Fifa promete ser, cada vez mais, seletiva na inclusão de novas empresas em seu seleto time de patrocinadores. O rigor não será apenas para novos entrantes, mas, principalmente, para as marcas que desejam permanecer no time. O maior exemplo dessa nova política é a entrada de Visa na divisão de elite dos patrocinadores. Após mais de duas décadas como cartão de crédito oficial do Comitê Olímpico Internacional, Visa faz sua estreia em Copas do Mundo na África do Sul, depois de desbancar nos bastidores a eterna rival MasterCard, que até 2006 detinha uma cota de nível intermediário, de Fifa Sponsor.
Do time de patrocinadores globais da Copa do Mundo, realizada a cada quatro anos pela FIFA, apenas seis delas têm o status de Fifa Partner, com o direito de associar suas marcas a todas as competições. São elas: Adidas, Coca-Cola, Emirates, Hyundai, Sony e Visa, todas com compromisso renovado até a Copa 2014, no Brasil. Há um time intermediário de marcas globais e de cotistas locais do país sede que tem permissão de associação apenas com a Copa do Mundo. Essas cotas de patrocínio representam, em média, US$ 250 milhões por ano, um quarto do valor total.
Com o sucesso comercial da Copa de 2010 garantido, a Fifa promete ser, cada vez mais, seletiva na inclusão de novas empresas em seu seleto time de patrocinadores. O rigor não será apenas para novos entrantes, mas, principalmente, para as marcas que desejam permanecer no time. O maior exemplo dessa nova política é a entrada de Visa na divisão de elite dos patrocinadores. Após mais de duas décadas como cartão de crédito oficial do Comitê Olímpico Internacional, Visa faz sua estreia em Copas do Mundo na África do Sul, depois de desbancar nos bastidores a eterna rival MasterCard, que até 2006 detinha uma cota de nível intermediário, de Fifa Sponsor.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Os eventos que você não pode perder
Por Marcos Estevão Cocco
Se você tivesse que escolher apenas um evento esportivo para assistir, qual seria?
Prefere assistir ao GP de Mônaco de F1 ou às 500 Milhas de Indianápolis? Às finais do campeonato universitário americano de basquete ou da NBA? E estes comparados aos Jogos Olímpicos? Ou à Copa do Mundo?
O jornal espanhol El Mundo Deportivo criou uma lista com os eventos esportivos que devem ser vistos pelo menos uma vez na vida por todos os fãs de esportes.
Como toda lista do tipo “os melhores...”, esta também gera controvérsias. Os melhores colocados são os tradicionais Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo, mas aparecem outros interessantes, como uma etapa da Volta da França de ciclismo ou a centenária disputa entre as universidades de Oxford e Cambridge no remo.
Se você tivesse que escolher apenas um evento esportivo para assistir, qual seria?
Prefere assistir ao GP de Mônaco de F1 ou às 500 Milhas de Indianápolis? Às finais do campeonato universitário americano de basquete ou da NBA? E estes comparados aos Jogos Olímpicos? Ou à Copa do Mundo?
O jornal espanhol El Mundo Deportivo criou uma lista com os eventos esportivos que devem ser vistos pelo menos uma vez na vida por todos os fãs de esportes.
Como toda lista do tipo “os melhores...”, esta também gera controvérsias. Os melhores colocados são os tradicionais Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo, mas aparecem outros interessantes, como uma etapa da Volta da França de ciclismo ou a centenária disputa entre as universidades de Oxford e Cambridge no remo.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Tsunami no esporte. Tsunami no mercado.
Por Diandra Gomes Arbia
Muito se fala da Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil. Fala-se também dos Jogos Olímpicos, em 2016. Entretanto, pouco se lembra de outros dois grandes eventos esportivos, que acontecerão no País, antes disso.
Já no próximo ano, 2011, teremos os Jogos Mundiais Militares, com sede no Rio de Janeiro. “Jogos Mundiais Militares?” – você se pergunta. Explico. Nomeado “V Jogos Mundiais Militares – Rio 2011 – Os Jogos da Paz!”, o evento desportivo é gerenciado pelo Conselho Internacional do Esporte Militar (CISM), entidade que congrega 131 países membros, reunindo mais de um milhão de atletas militares.
Muito se fala da Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil. Fala-se também dos Jogos Olímpicos, em 2016. Entretanto, pouco se lembra de outros dois grandes eventos esportivos, que acontecerão no País, antes disso.
Já no próximo ano, 2011, teremos os Jogos Mundiais Militares, com sede no Rio de Janeiro. “Jogos Mundiais Militares?” – você se pergunta. Explico. Nomeado “V Jogos Mundiais Militares – Rio 2011 – Os Jogos da Paz!”, o evento desportivo é gerenciado pelo Conselho Internacional do Esporte Militar (CISM), entidade que congrega 131 países membros, reunindo mais de um milhão de atletas militares.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Programe-se: Calendário da Copa do Mundo de 2010.
Por Diandra Gomes Arbia
Com a proximidade da Copa do Mundo da África, muitos acabam se perguntando como se programar para acompanhar um evento tão grande. Sugerimos que utilize a sensacional tabela do jornal de Madri, Marca, disponível neste endereço
Nela é possível visualizar todos os jogos escolhendo por datas, seleções, sedes e estádios, além da opção que permite visualizar os jogos por grupos e fases. Apenas fique atento aos horários indicados. Como estamos em um fuso-horário diferente do de Madri, os jogos acontecem em horário diferentes dos indicados pelo site.
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