Por Teresa Levin, do jornal propmark
Desclassificação na Copa não se reflete aos patrocinadores, dizem especialistas.
O Brasil despediu-se da Copa do Mundo de 2010 na última sexta-feira (2), mas, apesar da derrota, o resultado negativo não chega aos patrocinadores. É o que defendem alguns especialistas em marketing e especificamente em marketing esportivo. A Seleção Brasileira volta para a casa sem a taça e o título do hexacampeonato e até em meio a críticas pelo desempenho. Mesmo assim, os patrocinadores colhem, de qualquer forma, louros pelo apoio ao time e ao futebol brasileiro.
terça-feira, 6 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
África do Sul já deve estar preparando uma nova modalidade de safari: caça aos elefantes brancos.
Por José Estevão Cocco
Passada a Copa da FIFA 2010, a África do Sul se deparará com a solução do que será feito com os estádios monumentais construídos com dinheiro público. Num país onde o futebol não é o esporte preferencial.
A FIFA cumpriu magistralmente o seu papel. Vendeu a peso de ouro seu principal evento. Conseguiu colocar nesse preço a construção dos estádios, liberação de impostos, cerceamento dos patrocínios locais, eventos, manifestações populares, entre dezenas de outras proibições.
Agora, se retira com todos os louros e todos os lucros imensos. A parceria da FIFA com os países sedes é simples: o país investe, custeia tudo e a FIFA fica com toda a receita. Fica para a África do Sul o prejuízo que, sem alternativas, será pago com dinheiro do povo.
Além disso, praticamente, não entraram dólares na economia do país. Todos os megapatrocínios foram vendidos na Suíça. Pagos na Suíça e depositados na Suíça.
Passada a Copa da FIFA 2010, a África do Sul se deparará com a solução do que será feito com os estádios monumentais construídos com dinheiro público. Num país onde o futebol não é o esporte preferencial.
A FIFA cumpriu magistralmente o seu papel. Vendeu a peso de ouro seu principal evento. Conseguiu colocar nesse preço a construção dos estádios, liberação de impostos, cerceamento dos patrocínios locais, eventos, manifestações populares, entre dezenas de outras proibições.
Agora, se retira com todos os louros e todos os lucros imensos. A parceria da FIFA com os países sedes é simples: o país investe, custeia tudo e a FIFA fica com toda a receita. Fica para a África do Sul o prejuízo que, sem alternativas, será pago com dinheiro do povo.
Além disso, praticamente, não entraram dólares na economia do país. Todos os megapatrocínios foram vendidos na Suíça. Pagos na Suíça e depositados na Suíça.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Sob o foco do marketing, o que o cliente prefere: assistir a um jogo de futebol ao vivo ou ganhar uma casa de presente com toda a infraestrutura e metrô na porta?
Por José Estevão Cocco
Publicado no Portal Copa 2014.
Sob o ponto de vista do mercado, quando se fala em emprego de capital e investimento, o cliente ou o consumidor deve vir sempre em primeiro lugar. As seguintes perguntas do investidor devem ser respondidas. O que sua majestade, o consumidor, deseja? Como, quando e onde? Quais seus anseios e preferências? Quanto será investido, quantos bens serão produzidos, quantos consumidores serão conquistados e qual o grau de satisfação deles? Qual o retorno do capital investido? Qual o risco do investimento? Quando os investimentos, em uma determinada obra, não são proporcionais ao retorno, normalmente, o poder público investe e financia. Podemos citar como exemplos: usinas geradoras de energia, redes de tratamento de esgotos, transporte público, portos, aeroportos, estradas.
Nesses casos, o investimento público é direcionado para o desenvolvimento social, geração de empregos, sustentação das atividades industriais, comerciais e de serviços, e fomentar o desenvolvimento do esporte e lazer para a população, conforme a própria Constituição brasileira estabelece. São ginásios, quadras, pistas, estádios e tantas outras necessidades da população para um desenvolvimento sadio e com saúde. Quando se fala em estádios, deve-se entender locais multiuso para diversos esportes e atividades de lazer e entretenimento, de tamanho sensato, estrategicamente distribuídos por todo o território nacional.
Publicado no Portal Copa 2014.
Sob o ponto de vista do mercado, quando se fala em emprego de capital e investimento, o cliente ou o consumidor deve vir sempre em primeiro lugar. As seguintes perguntas do investidor devem ser respondidas. O que sua majestade, o consumidor, deseja? Como, quando e onde? Quais seus anseios e preferências? Quanto será investido, quantos bens serão produzidos, quantos consumidores serão conquistados e qual o grau de satisfação deles? Qual o retorno do capital investido? Qual o risco do investimento? Quando os investimentos, em uma determinada obra, não são proporcionais ao retorno, normalmente, o poder público investe e financia. Podemos citar como exemplos: usinas geradoras de energia, redes de tratamento de esgotos, transporte público, portos, aeroportos, estradas.
Nesses casos, o investimento público é direcionado para o desenvolvimento social, geração de empregos, sustentação das atividades industriais, comerciais e de serviços, e fomentar o desenvolvimento do esporte e lazer para a população, conforme a própria Constituição brasileira estabelece. São ginásios, quadras, pistas, estádios e tantas outras necessidades da população para um desenvolvimento sadio e com saúde. Quando se fala em estádios, deve-se entender locais multiuso para diversos esportes e atividades de lazer e entretenimento, de tamanho sensato, estrategicamente distribuídos por todo o território nacional.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Entretenimento
Por José Estevão Cocco
Essa é a palavra de ordem no mundo do futuro. Aliás, no de agora. Os maiores especialistas em mercado admitem que o entretenimento permeará a maior parte das atividades humanas. O marketing esportivo tem tudo a ver com isso. Ninguém duvida que um dos maiores segmentos da indústria do entretenimento é o esporte. O marketing esportivo deve englobar mais do que, simplesmente, a disputa de jogos e patrocínios. Deve se transformar em entretenimento esportivo. Nos mercados mundiais já existe até um neologismo para isso: sportainment.
Para se transformar em entretenimento esportivo, já está havendo uma grande preocupação mercadológica por parte das empresas de marketing esportivo internacionais, na busca de um novo consumidor. Aquele que não é apaixonado por esportes, mas adora grandes espetáculos, em que o espectador tem atrações antes, durante e após um evento esportivo. Em autódromos, arenas, ginásios ou estádios, com conforto e segurança. Ciente disso, os dirigentes de eventos esportivos, de toda e qualquer modalidade, precisam estar conscientes de que todos os outros entretenimentos são seus concorrentes.
Essa é a palavra de ordem no mundo do futuro. Aliás, no de agora. Os maiores especialistas em mercado admitem que o entretenimento permeará a maior parte das atividades humanas. O marketing esportivo tem tudo a ver com isso. Ninguém duvida que um dos maiores segmentos da indústria do entretenimento é o esporte. O marketing esportivo deve englobar mais do que, simplesmente, a disputa de jogos e patrocínios. Deve se transformar em entretenimento esportivo. Nos mercados mundiais já existe até um neologismo para isso: sportainment.
Para se transformar em entretenimento esportivo, já está havendo uma grande preocupação mercadológica por parte das empresas de marketing esportivo internacionais, na busca de um novo consumidor. Aquele que não é apaixonado por esportes, mas adora grandes espetáculos, em que o espectador tem atrações antes, durante e após um evento esportivo. Em autódromos, arenas, ginásios ou estádios, com conforto e segurança. Ciente disso, os dirigentes de eventos esportivos, de toda e qualquer modalidade, precisam estar conscientes de que todos os outros entretenimentos são seus concorrentes.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Copa 2014 vai gerar R$ 142 bi adicionais para a economia brasileira
Estudo produzido pela Ernst & Young, em parceria com a Fundação Getulio Vargas, analisa impacto da realização da Copa do Mundo em mais de 30 setores da economia.
A Copa do Mundo 2014 terá um efeito multiplicador capaz de quintuplicar os investimentos diretos realizados no País para viabilizar o evento, injetando no total R$ 142,39 bilhões na economia brasileira até 2014. A informação é resultante do estudo Brasil Sustentável – Impactos socioeconômicos da Copa do Mundo 2014, produzido pela Ernst & Young em parceria com Fundação Getulio Vargas (FGV).
Além do investimento direto de R$ 22,46 bilhões para garantir infraestrutura e organização, a realização da competição deve acarretar R$ 112,79 bilhões adicionais, considerando-se os impactos provocados em inúmeros setores interligados, em um efeito dominó com uma série de desdobramentos econômico-sociais. Serão gerados 3,63 milhões de empregos-ano e R$ 63,48 bilhões de renda para a população, impactando o mercado de consumo interno.
A Copa do Mundo 2014 terá um efeito multiplicador capaz de quintuplicar os investimentos diretos realizados no País para viabilizar o evento, injetando no total R$ 142,39 bilhões na economia brasileira até 2014. A informação é resultante do estudo Brasil Sustentável – Impactos socioeconômicos da Copa do Mundo 2014, produzido pela Ernst & Young em parceria com Fundação Getulio Vargas (FGV).
Além do investimento direto de R$ 22,46 bilhões para garantir infraestrutura e organização, a realização da competição deve acarretar R$ 112,79 bilhões adicionais, considerando-se os impactos provocados em inúmeros setores interligados, em um efeito dominó com uma série de desdobramentos econômico-sociais. Serão gerados 3,63 milhões de empregos-ano e R$ 63,48 bilhões de renda para a população, impactando o mercado de consumo interno.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Copa do Mundo traz boas expectativas para as vendas do varejo
Fonte: Fecomércio
No país do futebol, a Copa do Mundo aquecerá o comércio durante os 30 dias de realização da competição. Segundo pesquisas realizadas pelas federações do comércio, os torcedores brasileiros, de olho na conquista do hexa, estão indo às compras em busca de adereços verde e amarelo e equipamentos eletrônicos - tudo para garantir a festa na hora da transmissão das partidas da seleção.
Estudo da Fecomercio-RJ estima que, em função da Copa do Mundo, serão vendidas cerca de 16 milhões de camisas do Brasil; 6,5 milhões de aparelhos de televisão; 1,3 milhão de serviços de TV por assinatura; 900 mil bandeiras, 684 mil bonés e 663 mil cornetas. Para a Fecomercio-DF, o produto mais vendido no período da Copa do Mundo será a camisa da seleção brasileira (41%). Além disso, no Distrito Federal, fazem parte dos artigos mais procurados: televisão (27,9%), tecidos para confecção de bandeiras e faixas (13,1%), bandeiras para automóveis (4,9%), tênis, sandálias verde-e-amarelas e cornetas (3,3% cada), top e bolas (1,6% cada).
No país do futebol, a Copa do Mundo aquecerá o comércio durante os 30 dias de realização da competição. Segundo pesquisas realizadas pelas federações do comércio, os torcedores brasileiros, de olho na conquista do hexa, estão indo às compras em busca de adereços verde e amarelo e equipamentos eletrônicos - tudo para garantir a festa na hora da transmissão das partidas da seleção.
Estudo da Fecomercio-RJ estima que, em função da Copa do Mundo, serão vendidas cerca de 16 milhões de camisas do Brasil; 6,5 milhões de aparelhos de televisão; 1,3 milhão de serviços de TV por assinatura; 900 mil bandeiras, 684 mil bonés e 663 mil cornetas. Para a Fecomercio-DF, o produto mais vendido no período da Copa do Mundo será a camisa da seleção brasileira (41%). Além disso, no Distrito Federal, fazem parte dos artigos mais procurados: televisão (27,9%), tecidos para confecção de bandeiras e faixas (13,1%), bandeiras para automóveis (4,9%), tênis, sandálias verde-e-amarelas e cornetas (3,3% cada), top e bolas (1,6% cada).
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Rank Sport Marketing
Por Marcos Estevão Cocco
Depois de muito ler, pesquisar, analisar, comparar, conversar etc. você se decide: vou usar o marketing esportivo. Você decide agregar à marca de sua empresa as qualidades emocionais do esporte, reforçando seu vínculo com os clientes/consumidores e buscando conquistar novos.
Mas, e aí? Qual esporte escolher? São centenas de opções, cada qual com suas particularidades, prós e contras, alcances e emoções diferentes.
Para investir numa programação de mídia, por exemplo, estão à disposição informações sobre cobertura, audiência, qualificação da audiência, afinidade, custo por mil etc., com as quais a empresa pode decidir onde aplicar sua verba, em qual emissora, qual programa, qual revista e assim por diante.
Depois de muito ler, pesquisar, analisar, comparar, conversar etc. você se decide: vou usar o marketing esportivo. Você decide agregar à marca de sua empresa as qualidades emocionais do esporte, reforçando seu vínculo com os clientes/consumidores e buscando conquistar novos.
Mas, e aí? Qual esporte escolher? São centenas de opções, cada qual com suas particularidades, prós e contras, alcances e emoções diferentes.
Para investir numa programação de mídia, por exemplo, estão à disposição informações sobre cobertura, audiência, qualificação da audiência, afinidade, custo por mil etc., com as quais a empresa pode decidir onde aplicar sua verba, em qual emissora, qual programa, qual revista e assim por diante.
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